sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Vamo que Vamo reúne novidades no Twitter

Vídeo piloto explica o VQV

O Twitter tem chamado a atenção de muitos inovadores e experimentalistas. A novidade prometida desde 16 de novembro vem de Eddie Silva, criador do VQV, Vamo que Vamo, com a promessa de trazer novidades e polêmicas por meio dos usuários. No vídeo piloto, Silva não só apresenta a proposta como também ilustra como o mesmo funcionará!
O Twitter, classificado como microblogging, pelos limites implícitos (140 caracteres para as mensagens), e pela possibilidade de seguir as pessoas, tem despertado elogios e críticas quanto a seu efetivo objetivo. Nesse sentido, vale a pena ler o texto de Carlos Nepomuceno, intitulado Twitter não é a casa do Big Brother.
O que Silva está propondo poderia ser classificado não só como espaço de divulgação, mas também uma estratégia que poderia agregar publicidade e mesmo a formação de um outro tipo de comunidade voltada para coisas práticas da vida, bem como para inspitaão de novas idéias. Um laboratório que nasce simples e sugere acompanhamento e desdobramentos.
O VQV foi lançado em 22 de dezembro e para um período de nascimento extremamente curto, a data desta postagem apresentava o seguinte perfil 4,139 following_me, 539 followers_me, e 9 updates.
-----

domingo, 21 de dezembro de 2008

Google ensina a colocar widgets


Vídeo didático dos widgets no Youtube

O Google, sistematicamente insere inovações em seus serviços. Desta vez, procura explicar como inserir vários gadgets, janelas de informação padronizadas e esteticamente funcionais para sites e blogs.
O vídeo acima explica como os que têm conta no Google podem incrementar seus blogs. Vale a pena experimentar, pois além de enriquecer a home, também permite um outro nível informacional para os leitores. Em alguns casos eles são fundamentais.
Os jornalistas que trabalham com registros fotográficos ou ensaios, experimentos narrativos ou mesmo com agregadores podem otimizar expresivamente seus espaços na web.

sábado, 20 de dezembro de 2008

URL sintética e rápida no Twitter

Vídeo explicativo para os twitteiros

Para otimizar os 140 caracteres oferecidos para escrever mensagens no Twitter, a empresa sofisticou o métido de redução dos endereços URL. Tal como mostra o vídeo acima, basta selecionar a URL de algum texto sugerido e clicar com o botão direito sobre tal seleção, de modo a que haja uma compactação adequada. 
Enquanto uma ferramenta com característica lifestream, que permite seguir as pessoas, ao oferecer espaço reduzido para as mensagens estabelece um desafio para a objetividade, bem como a necessária adaptação de um vocabulário enxuto. Isso seria impossível para a inserção de links, cujos endereços geralmente são extensos. Antes do serviço atual, as URL inseridas no campo de escrita eram transformadas automaticamente, mas em alguns casos era necessátio acessar o site do serviço de compactação, no caso a Tinyurl
Uma vez neste local, colava-se o endereço em um espaço , solicitava-se a adaptação para um endereço mais curto, de modo a não comprometer o espaço restrito de escrita no Twitter.
Com a possibiliade atual, o twitteiro não precisa abrir outra janela para buscar este serviço adhoc.
Para os jornalistas que usam esta ferramenta isso ajuda bastante, pois otimiza a remessa de links, muitas vezes necessários para entendimento dos assuntos tratados em poucas palavras. Em outras palavras, uma ferramenta nunca está pronta ou sempre pode receber um incremento!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Artistas do olhar


Maldito Seas  por Tània Depares
Maldito Seas, de Tània

O Flickr é um universo fotográfico do Yahoo, mas não basta este registro. Uma navegação mais acurada é possível encontra grupos de especialistas em fotografia com profissionais geniais. Um exemplo é o grupo Created Digital Motion, onde se pode encontrar , por exemplo Tània Depares, uma espanhola que mistura imagens em meio a nuvens, tal como memórias que persistem diante de uma lente que não é só a da máquina, mas a de quem vê e se vê nos cenários.
Um problema, no entanto é não ser possível colocar estes grupos como contatos, mecanismo que permitiria receber avisos de atualização sempre que houvesse inserção de trabalhos. Para isso, é preciso ingressar no grupo. E quem se atreveria a ingressar sem ao menos dialogar no mesmo nível, com produções metalinguísticas, híbridas e inovadoras!? Este parece ser um desafio que vale a pena para o profissional contemporâneo, do qual se exige não só percepção, mas desdobramento nas habilidades e competências. Fica o desafio/convite!
-----

domingo, 16 de novembro de 2008

Vídeo vernacular de Heingold






Neste domingo, o pesquisador experimentalista de comunidades ciberculturais, Howard Heingold inseriu no Youtube o que denomina de Vernacular vídeo. Na realidade, Heingold oferece uma panorâmica interessante sobre a evolução da imagem, especialmente as capturadas em movimento.
A idéia e a prática da midia social realmente é contagiante e isso, além de inexorável, sugere que todos os profissionais que lidam como a comunicação e com a informação se adaptem rapidamente e se renovem continua e interminavelmente.
Um leitor fez um comentário contundente e que merece atenção: "Sim, nós vemos uma evolução em vídeo ... mas eu ainda não consigo ver uma boa forma de hipertexto misturar com vídeos, ou algo assim."
-----
Via: Twitter de Heingold

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

CTO for Obama, please!

Obamacto: possibilidades e estatísticas de voto nas demandas do novo secretário de Tecnologia

A partir de "uma mera sugestão" sinalizada na campanha de Barack Obama, a idéia de um CTO (chief technology officer) no governo americano avança de modo expressivo, demonstrando não só viabilidade, mas também um vigor desta mídia em transformar pistas em projetos, bem como a materialização disso em vários desdobramentos. A título de esclarecimento, CTO é aquele que comanda a infra-estrutura da área de tecnologia, diferente do CIO, usa isso estratégicamente.
A empresa Front Seat, que administra o site, oferece 10 possibilidades de voto em itens que o internauta considere fundamentais, além deste poder sugerir outros itens ao provável chief. A Front Seat, segundo o IDG News, não possui nenhum vínculo com a equipe de Obama, que disse em 2007 "que seria o primeiro presidente a nomear um CTO - ou secretário de Tecnologia – para os EUA".
Diante disso, várias especulações fizeram sinalizar nomes como Eric Schmidt, Chief Executive Officer (CEO) do Google, bem como Steve Ballmer, CEO da Microsoft.
No momento da elaboração desta postagem, o Obamacto registrava (foto) como item mais votado o relacionado à internet, cujos 8896 votos procuram valorizar a garantia ampla, acessível e neutra da rede.
sem dúvida esta notícia assume uma importância estratégica e inovadora, demandando a partir disso variados enfoques, como a contribuição dos dados do Obamacto.org para as políticas da Secretaria de Tecnologia; o status da rede, e o uso —e criação de— novas ferramentas para dimensionar a internet; os investimentos em tecnologia que parecem ter sido expressivamente afetados com a crise americana; a inserção de um profissional cujo perfil associa-se à constantes mudanças, em um universo político no qual geralmente viceja o lobby, a burocracia etc, entre outras.

Via: IDG News

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Internet movida a energia solar




Filme ilustrativo sobre a net via solar

A credibilidade e o status do código aberto na web é algo inquestionável na contemporaneidade. Um dos responsáveis por esta inovação é o grupo de desenvolvedores GNU, que desta vez sugerem a possibilidade de levar web para lugares que não possuem eletricidade, ligação ou telefonia.

Quem informa é um dos integrantes do GNUveau Networks, Scott Johnson, que desenvolveu um "hub" Internet, movido à energia solar. Ele diz que isso é possível, pois existem verdadeiras instalações SolarNetOne na África, fornecendo conectividade sem fios e "Internet Café" acesso a centenas de pessoas. O hub, é um sistema executando o Ubuntu GNU/Linux.

Utilizando um sistema off-the-shelf hardware, Scott que modifica a voltagem economizando energia. Ou, como acentua quando o computador é movido à energfia solar: "A Watt é rei."

Em lugares tão inóspitos, pode ser difícil o trabalho do comunicador. Imaginar alguém de publicidade tentando vender produtos para pessoas que não tem dinheiro nem para comida parece ser no mínimo hilário. Mas a informação e a atuação jornalística, nestes casos, são fundamentais, tal como dizia o pesquisador americano Wilbur Schramm. Na atualidade, estas ações acentuam o fator inclusão social e valorizam quem lida com a comunicação.
-----
Via: Twitter Remixtures

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Virais mostram a importância do voto



Voto: mecanismo recomendado para superar 8 anos de Bush

Obama ganhou e ponto final. Os números, as estratégias inovadoras, as esperanças depositadas neste negro carismático de 47 são inquestionáveis. Ainda sobre isso, valeria a pena considerar o porre que muitos americanos amargavam dos oito anos do governo Bush, bem expresso neste vídeo viral.

O vídeo " Daft the vote" está no espaço de TV e vídeos criado pelo Twitter, por meio do Current.com, lugar para encontrar e compartilhar vídeos e notícias interessantes, que conecta uma rede global de televisão por cabo e satélite. Também vale a pena ver os outros virais instalados neste endereço.



terça-feira, 4 de novembro de 2008

Vote em Obama ou McCain, via Twitter

Tela na qual é possível votar e doar aos candidatos americanos

A cibersfera é realmente impressionante. Aproveitando a eleição americana a empresa responsável pelo serviço lifestreaming "Twitter" criou uma página na qual é possível votar para a presidência dos EUA, bem como fazer doação, caso a pessoa tenha uma afinidade mais acentuada.

Para votar é só clicar na foto de um dos candidatos. Mas é preciso ter conta no Twitter, pois para confirmar a escolha é solicitada a ID e a senha no Twitter. À ocasião desta postagem, a página apresentava o seguinte estado: Obama 17707 votos, e McCain 3027. Quando da opção e votação —minutos depois—o índice apontava obama 17782 e McCain 3034, e depois de outros minutos em atualização da página inicial, a situação era a seguinte: Obama 18025 e McCain 3062.

Para votar, vá à página destinada a esse serviço, e para abrir uma conta vá à home do Twitter. Para acompanhar a votação, os twitters podem acompanhar as participações e declarações de voto, denominada Votereport, assim como outros serviços sobre a eleição.

Em poucos minutos, de cada 20 declarações expostas na página principal atualizada online, 18 eram a favor de de Obama e as outras duas para McCain, com poucas variações. Se estes dados reproduzirem uma realidade, Obama só perde se ocorrer uma catástrofe.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Vote e fiscalize a votação americana

Jovem retrata votação em um estado dos EUA, em 2004

A eleição para presidente dos EUA, depois de 20 meses de intenso debate e embate entre candidatos, correligionários e os únicos partidos Republicano e Democrata, por certo não poderia cessar sem que o cidadão fosse intensamente convidado a votar, haja vista o voto ser opcional.

Em meio a várias insinuações —racismo, fraude, suspeitas de aumento de impostos, entre outos — e variáveis como crise econômica, monitoramento do Iraque, entre outros, esta eleição ganha expressividade. Mas o que chama a atenção vem do fato de o sistema de votação americano ser bastante complexo, pois além dos Estados decidirem, e do fato de haver vários sistemas e metodologias em uso, a idéia de fraude assusta muitos americanos, motivo pelo qual eles mesmos precisam estar atentos.

A partir das suspeitas de fraude ocorridas dem 2000 e 2004, o site Videothevote convida a todos os cidadãos e repórteres-cidadãos que utilizem sua câmeras para registrar o processo eleitoral, que começou bem antes da data marcada, no caso esta terça-feira, 4 de novembro.

A proposta do site tem como lastro o jornalismo cidadão, recurso que pode demonstar não só o clima da votação, as condições ou, quem sabe, alguma irregularidade. Os organizadores dizem ser "uma iniciativa para proteger direitos de voto através de um acompanhamento do processo eleitoral".

De acordo com o Videothevote, a preocupação de ve ser de todos —cidadãos, videographers amadores, ativistas, cineastas, entre outros, todos "unidos por um compromisso de reforço da democracia através da superintendência do cidadão".

O pedido e o roteiro para que este serviço dê resultado, sugere o que pode ser feito depois da inscrição de adesão: Videographers: cobrir os problemas na sua área ou sair e em seu próprio documento; Despachantes: monitoração da eleição e envio de videographers para obter as histórias; Drivers: ajudar os videographers a chegarem a seus destinos; Uploaders / suporte técnico: certificação dos vídeos on-line e obtenção de meios de comunicação social o mais rápido possível; Blogueiros: difusão dos melhores clipes.
-----
Via: Twitter de Heingold

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Buzzword, para edição online

Página de acesso à conta free do Buzzword da Adobe

Após o advento da web 2.0, as empresas de softwares enfrentaram uma avalanche de possibilidades criadas por meio de tecnologias que valorizam o usuário e contam com a participação destes na experimentação, uso e divulgação de produtos free.

A Adobe pareceu reticente no início, mas depois do Adobe Air para desenvolvedores, também permitiu que os usuários tivessem o Photoshop online e já há algum tempo o Buzzword, uma janela online na qual se pode produzir diretamente no suporte PDF.

O Buzzword associa a simplicidade de um editor de texto e a sofisticação estética da Adobe no tocante à seleção de ferramentas que podem ser utilizadas. Além disso, é possível compartilhar os documentos com outros, elegendo status de co-produtor ou apenas leitor. Tudo o que é realizado é registrado, permitindo ao autor ter uma noção do andamento daquilo que elabora.
Sem dúvida é uma ferramenta que ajuda não só professores, mas também escritores e jornalistas que estejam em uma atividade coletiva.

Esta ferramenta está intimamente associada à versão 9.0 do Adobe Reader, possível de ser acessado pelo menú deste software. Uma vez no Buzzword, depois de criar a conta, será possível conectar a Adobe, criar pdfs, compartilhar, e ver os arquivos criados. Além disso, é possível ver o que se trata no blog (em inglês), ou mesmo acessar assuntos discutidos em foruns temáticos (em inglês), mas para isso o protocolo de ingresso precisa ser completado com endereço, função, status na empresa em que atua, entre outros, além de um nickname.

Jornalismo, democracia e tecnologia em livro free

Capa da publicação free em PdF

A pesquisadora Adriana Rodrigues capturou, via Jornalismo e Comunicação, a obra já disponível em PDF, “Democracy, Journalism and Technology: New Developments in an Enlarged Europe" , dos autores como Denis McQuail, Kaarle Nordenstreng, Peter Dahlgren e Nico Carpentier.

Apesar de ser um olhar sobre as reflexões, mudanças e emergências relacionadas ao âmbito europeu, muitos dos assuntos abordados —para não dizer todos— t ambém podem ser entendidos sob a perspectiva latino-americana, como por exemplo as contingências relacionadas à construção da identidade do jornalista, de Nico Carpentier, ou mesmo a fragmentação da retórica da mediação pública, de Jens E. Kjeldsen, entre outros.

A obra foi dividida em três partes, sendo a segunda —das pesquisas—, separada em seções como Journalism, Media, publics and active audiences, Media and becoming political, Media and space, Media ideology and culture, e Doing research.

Via: Gjol

domingo, 5 de outubro de 2008

Acompanhe a apuração eleitoral em tempo real

http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1207942005240_58.jpg


O TSE está sofisticando o sistema de acesso a informações relacionadas ao processo de eleição. Em seu espaço de site, priorizou a divulgação dos serviços demandados nesta eleição, especialmente no tocante ao acompanhamento dos dados em tempo real.

O Tribunal informa que da 17hs do dia da eleição, 5 de outrubro, estarão disponíveis apenas os serviços de Divulgação de Resultados e Centro de Divulgação (Divulga 2008), ou seja, por meio de um programa que pode ser baixado pelo internauta, o cidadão poderá acompanhar todo o processo de apuração. O arquivo está em formato zip e tem 4,34 MB.

De acordo com a administração do espaço na web, "o retorno do site completo está previsto para as 12h de segunda, 6/10/2008." Isso será possível porque com as urnas eletrônicas , "95% dos votos de 126 milhões de eleitores são apurados até a meia noite, diz o site ComoTudoFunciona.

Para os pretensos e jornalistas mais antenados, fica a sugestão de uso do software e do acompanhamento das eleições não só para avaliar este serviço, mas também para compreender e divulgar todo o processo, dentro das possibilidades de cada um.
Esta proposta deixa uma possibilidade que poderia ser seguida pelos demais poderes no tocante ao que fazem.

Imaginem o site do Executivo em tempo real disponibilizado orçamento, uso e viabilidade de ações políticas, sociais e de crescimento, entre outras prestações de contas, serviço que por vezes são realizados por Ongs. Imaginem, ainda, o Legislativo mostrando a presença dos deputados e senadores, o nível de produção e propostas e mesmo votações sintonizadas com a sociedade que os elegeram.
-----
Via: Observatório bíblico + TSE + ComoTudoFunciona

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Googlorganizando dados



Tela com recado Google aos ingressantes

Conversar, pesquisar e arquivar. Estas são as informações de boas vindas a que abre um e-mail do Google. E isso deveria ser melhor explorado pelos jornalistas de um modo geral, especialmente estudantes e neófitos, haja vista serem estes procedimentos o núcleo do trabalho jornalístico.

O jornalista é um incansável pesquisador. E faz isso tanto para garimpar dados novos ou brechas de investigação que motivem uma pauta, quanto para o devido preparo para uma entrevista. Além disso, o item conversa complementa o processo por meio do Google Talk.

Não bastasse isso, tanto antes quanto depois de seu trabalho o jornalista pesquisador pode arquivar tudo o que capturou e construiu, tendo isso engavetado virtualmente e disponível em cada um dos contatos mantidos. Visualmente, lembram fichamentos disponíveis em uma gaveta.

O Google se dá ao luxo de não citar os marcadores, que podem ser criados para classificar variados documentos: conversas, atachados, entre outros, em uma espécie de pasta transparente, que mostra organizadamente a partir do clique no marcador.

Ainda no Gmail é possível ter a recepção de feeds logo acima na caixa de cabeçalho. Com tudo isso, um jornalista pode fazer muito com poucas idas e vindas na web.
Fica a dica, especialmente àqueles que só usam esta ferramenta para ver e-mails.
-----
PS: este texto não é uma propaganda, mas sim uma percepção óbvia que deve ser reforçada em nome de uma prática jornalística otimizada.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Caretas imperceptíveis

Momento extremo: careta da saltadora Juliana Veloso, no Yahoo

As olimpíadas podem servir de parâmetro para indicar os profissionais que superam a maioria do obstáculos para oferecer um resultado máximo que massageiam o ego e agradam os espectadores.

São momentos em que o nível de atenção é tão extremado a ponto de não se perceber como o corpo responde a certas pressões.

Um exemplo característico são as expressões esboçadas pelos atletas nas competições e que segundo o site JConline, em meio aos "movimentos belíssimos dos atletas olímpicos" surgem algumas "expressões não tão bonitas".

Imaginem um profissional de jornalismo atuando com o empenho dos atletas! O resultado poderia ser melhor ou semelhante?

A qualidade "melhor" pode não ser a mais adequada para este profissional, mas o resultado sempre é o que mais importa.

A vantagem é que estes lapsos são tão ligeiros que às vezes só conseguem ser captados em slow motion.

Como os jornalistas contemporâneos estão bastante paramentados, estas proezas acabam virando notícia. Até mesmo algumas musas e celebridades também passam por este desconforto (ver abaixo).

Como jornalista sempre pega o gancho dos assuntos, por certo estariam a esta altura realizando ilações entre o desempenho do Brasil e a falta de caretas dos atletas brasileiros. Alguém aí poderia fazer uma estatística do número e da qualidade das caretas dos brasileiros!?

Outras caretas:Futcast

:: GALERIA DAS CARETAS



terça-feira, 8 de julho de 2008

Slides do Google Developer Day circulam na web


Uma tela de apresentação do Google Developer Day

Nos dias 26 e 27 de junho, o Google realizou em São Paulo um encontro no World Trade Center, com um público bastante cobiçado na contemporaneidade: os desenvolvedores. Porque!? Ora, são eles os mais ativos e intervenientes no contexto da web, por meio da construção de aplicativos que renovam, inovam e revolucionam estética e funcionalmente os vários ambientes das redes, por exemplo.

Não à toa, no dia 30 do mesmo mês a Microsoft também realizou evento convidando estes mesmos atores. O objetivo, notadamente, é cooptá-los para a continuidade do conteúdo colaborativo e das idéias que fizeram com que o próprio Google desse início a uma inovação na Rede Orkut, permitindo que os usuários adotem aplicativos para estabelecer perfis diferenciados e mesmo criar uma dinâmica diferente no contexto das comunidades.

Igualmente, o Estado de S. Paulo resolveu apostar na liberdade e na inovação dos desenvolvedores criando o Limão.com.br, que de uma certa forma simula o então Uolkut da Folha de S. Paulo, notadamente com muito mais sofisticação.Ora, se o assunto é este, então porque não dar uma olhada no que foi exposto no Google Developer Day? A seguir é possível passear por alguns dos assuntos tratados e que já está circulando na rede.


iGoogle e Gadgets




App engine


OpenSocial + App Engine



Via: ProfissãoWeb

domingo, 29 de junho de 2008

Judiciário derrubou matéria com denúncia contra o Cremesp

O tempo fechou esta semana no Jornal da Tarde, que foi proibido de publicar denúncia de irregularidades contra Conselho de Medicina de São Paulo, sob ameaça de processo e prisão para a editora-chefe do periódico.

Uma liminar concedida pelo juiz substituto Ricardo Geraldo Resende Silveira, da 10 Vara Federal Cível de São Paulo, pôs em xeque direitos básicos do direito constitucional e internacional de liberdade de informação para atender à interesses do bem comum, assim como a credibilidade de ações do poder judiciário brasileiro que demonstra não só em São Paulo, mas em outros Estados Brasileiros tem agido contrariamente a princípios constitucionais de isenção quanto aos processos em estudo.

Em muitos casos, o que se tem percebido é um proceder que aliado muitas vezes a concepções econômicas, que ferem certos princípios constitucionais como, a exemplo, do direito à terra que deve ser posta à favor de uma nação, como explicita a carta magna.

Na questão da terra, como tem ocorrido em Estados como o Pará, o proceder tem sido o de criminalizar movimentos sociais de defesa à interesses comuns em detrimento aos econômicos prejudiciais ao aspecto social e econômico da coletividade nacional.

Ações como está trazem profundos questionamentos à categoria de profissionais que exercem a prática jornalística, na medida em que fatos históricos como a lei da mordaça e ditadura da informação estão de volta à realidade diária da profissão.

A própria constituição federal estabelece o direito e liberdade de informação como um de seus princípios. Mas não só ela, como também convenção internacional da ONU.

O caso ganhou novos contornos quinta-feira após o presidente do Cremesp, Henrique Carlos Gonçalves, voltar atrás e pedir a extinção da ação no judiciário, mas apesar disso, o jornal terá que esperar até segunda-feira pela medida.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Esforço do impresso para sobreviver na web



e-dition do San Jose Mercury News, um exemplo de transposição impresso-web

Uma transição da mídia impressa para a mídia web serve como prova de que os jornais tendem e podem continuar a sobrevivência da espécie. O exemplo é o San Jose Mercury News, que além de associar a preservação das edições em arquivo, também disponibiliza isso em um modo de leitura variado, desde a simples impressão das páginas, passando pelo envio por e-mail e mesmo em pdf.

O modo de visualização divide a tela em duas partes, sendo a da esquerda para a página inteira, de onde se pode selecionar o conteúdo passando o cursor sobre as notíicias expostas nas páginas, ao passo que à direita é possível ver somente o texto, em visual mode ou gráficos. A seleção de conteúdo pode ser feita por página ou caderno, bem como por palavras-chave em uma pequana janela de busca específica das edições. Tanta tecnologia não é à toa, uma vez que o jornal fica no Silicon Valley, região do desenvolvimento tecnológico dos EUA onde residem os nerds das mais importantes empresas do segmento.

Quem fala desta novidade é Sandra Carvalho do IDGNow, entendendo que "
O Mercury News inova pela rapidez do HTML na apresentação das páginas, na variedade de opções – modo gráfico ou texto puro – colocadas lado a lado das páginas que reproduzem o design do papel. Dá, inclusive para ler tudo da maneira convencional, com os zooms de sempre – como se faz no Globo já há um tempão."

O exemplo oferecido na foto acima pode ser melhor entendido e explorado na demonstração
oferecida pelo jornal. Adotando tecnologia da Tecnica, o San José Mercury News aposta em sua e-edition, com resolução de 1024 pixels. Este exemplo migratório das páginas impressa para a web demonstram nitidamente a permanência da distribuição do material do veículo impresso com alguma nevegabilidade e mesmo usabilidade possível a partir do uso de HTML em PHP.

Valeria a pena pensar uma hipótese de imersão deste suporte no ambiente digital, ou seja: Seria possível manter essa fidelidade acaso o mesmo deixasse de circular em papel?! Uma vez perdida a herança "genética" da mídia anterior, a da web saberia preservar essas características!?


Redes de jornalismo americanas utilizam sites como fonte de material.









Suas imagens a serviço do jornalismo
A idéia de jornalismo cidadão, ou jornalismo participativo, ou jornalismo colaborativo; é que seu conteúdo seja produzido por pessoas sem formação jornalística. Shayne Bowman e Chris Willis do Instituto Americano de Imprensa, definem o jornalismo cidadão como a participação ativa dos cidadãos nos processos de coleta de informações, de reportagens, de análise e de distribuição de notícias e informações. Esse formato ganhou força através do surgimento de ferramentas de publicação da web, como blogs, e wikis por exemplo.

A rede americana
CBS lançou recentemente um site, Cbseyemoble.com, onde seus usuários podem enviar fotos e vídeos de fatos noticiáveis, diretamente de seus telefones celulares. O site tem como prioridade: noticias de ultima hora, noticias sobre política, esportes e previsões do tempo, e para atrair a colaboração do público disponibiliza noticias da própria CBS, porém o site não deixa claro como o material disponibilizado será utilizado pela empresa.

Contudo, a rede
CNN já havia saído na frente lançando sua própria rede de jornalismo cidadão, o site iReport, este permite que seus usuários criem perfis pessoais, cometem e votem em posts de outros usuários, segundo Chris Press diretor da CNN, o site se parece com o YouTube, porém seu foco é voltado para o jornalismo cidadão.

Seria interessante se as empresas de jornalismo nacionais também aderissem a mais esse formato de jornalismo cidadão, onde as imagens são produzidas por amadores. Com isso todos sairiam no lucro, os cidadãos com mais uma forma de informação e as empresas com uma maior quantidade de material.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Palestina, Uma Nação Virtualizada !

video

Realismo impressionante de imagens e jogabilidade viciante, mas, é só um jogo ! ?
Lides, Fotos, Fontes e, porque não, o PERIGO !..mas, tudo isso, simulado, aglutinados no mundo virtual. Jornalismo e Videogame amalgamados como nunca antes.

Global Conflicts: Palestine, é um jogo desenvolvido pela Serious Games Interactive, lançado em 03 de Julho de 2007. Com cenários realistas e jogabilidade cativante, interagindo com varias personagens virtuais, o game coloca o jogador no papel de um jornalista freelancer que acaba de chegar à Jerusalém, e precisa produzir e editar artigos sobre o conflito entre Israel e Palestina. Segundo a empresa, o jogo é capaz de fazer o que outros tipos de mídias não conseguem: colocar as pessoas para interagir com os dois lados da Guerra, já que o jogador pode optar por ser de um jornal israelense ou palestino. Além disso, a proposta é de que o jogo também seja utilizado para ensinar estudantes de Jornalismo a como fazer Jornalismo Internacional, especificamente Jornalismo de Guerra. Sendo razoável, é ótima a inovação e trangressão de fronteiras do Jornalismo, e a capacidade de convergência que pode atingir, porém, dizer que “aulas com a ajuda de um jogo podem criar corrêspondentes de guerra”, é descaso pelo perigo que esses profissionais enfrentam quando realmente se propõem a fazer um bom trabalho, ou a Imprensa Americana realmente se conformou em ser Corrêspondente da Visão Patriota.

São muitos os esforços pelos quais um Correspondente de Guerra passa para sua qualificação, e maiores ainda as dificuldades que encontra em campo de batalha.
É do conhecimento da maioria que existe um conflito sendo travado entre palestinos e israelitas, mas não os motivos dessa guerra e infelizmente o jogo não promete ser o que incentiva, informando um pouco da real história pro trás dessa batalha.

O jogo requisita minimamente CPU 1 GHz, 512 MB de memória RAM, Placa de vídeo aceleradora 3D de pelo menos 32 MB, 250 MB de espaço livre em disco e Resolução de tela de pelo menos 1024 x 768 pixels e a versão mais barata sai por 20 euros(a versão completa para "fins educacionais" custa 399 euros e tem material para 15 alunos e UMA cópia com licensa para o jogo)...Creio já que o Blog é voltado aos Comunicólogos em geral e curiosos da Internet, não haverá problema em disponibilizar o jogo completo, lembrando que após o download e um breve teste do jogo, o mesmo deve ser deletado, já que sua disponibilização On-Line poderia ser considerada pirataria. . .
X__X



Reuters cria "kit de jornalismo móvel"


Nokia N95 a tecnologia a favor do jornalismo móvel

A Nokia juntamente com Agência de notícia Reuters estão divulgando um projeto que pode mudar a forma como os jornalistas “em campo” produzem e enviam suas notícias para a redação.
Diversas ferramentas foram agregados a um
Nokia N95 e assim os jornalistas apuravam, editavam e enviavam as notícias (textos, fotos, videos) em condições de mobilidade. As estratégias adotadas para resolver algumas limitações do aparelho celular Nokia foram interessantes. Para melhorar a qualidade das gravações de áudio foi acomplado um microfone unidirecional com uma adaptação de um plug. Para a digitação do texto a idéia foi adicionar um teclado externo da Nokia. Para abrigar o projeto foi criado o Reuters Mobile Journalism . Veja a notícia sobre o assunto no Journalism.co.uk e matéria sobre o projeto no site da Reuters .
O “Kit de Jornalismo Móvel” produzido pelas duas empresas contém um telefone celular Nokia N95, um teclado Bluetooth dobrável, um tripé para o celular (para facilitar seu uso como câmera durante as entrevistas), um microfone direcional Sony e baterias extendidas, incluindo um modelo recarregado usando energia solar.
Um sistema de gerenciamento de conteúdo especial, desenvolvido pela Reuters, permite que os jornalistas enviassem suas matérias direto do celular. O kit foi testado por jornalistas da Reuters que cobriam eventos como a New York Fashion Week, o festival de cinema em Edinburgo, na escócia, e conflitos no Senegal.
O burburinho em torno do
N95 é pelo fato do gadget ser um verdadeiro “canivete suíço”. Possui uma câmera de 5 megapixel, que grava vídeo com qualidade para TV, GPS e diversas funcionalidades de um smartphone, além de um aplicativo que permite fazer streaming, transmissão ao vivo em vídeo.
O grande diferencial do
N95 é a sua qualidade na gravação de vídeos. Para vocês terem uma noção melhor.
Segundo Ilicco Elia, gerente de produtos móveis da Reuters, o plano de aumentar o uso de celulares para reportagens não prevê demissões, pois os aparelhos terão a função de fornecer conteúdo adicional, e não de substituir serviços básicos de apuração e filmagem. "Gostaríamos de dar um aparelho para todos os nossos jornalistas e para outras pessoas que não são jornalistas. Por exemplo, entregar o aparelho para um atleta famoso e pedir para que ele entreviste alguém que ache interessante. Isto não irá substituir a tecnologia que nossos cinegrafistas usam. A qualidade [da imagem do celular] não é boa o suficiente para substituir o trabalho de um cinegrafista profissional", explica.
A Nokia estima que celulares tenham câmeras de alta resolução em um prazo de cinco a dez anos. Atualmente, a qualidade do vídeo não é suficiente para ser usada em todas as plataformas de mídia. "Os aparelhos que estamos usando nos dão bons resultados para a internet, mas não para a TV. Entretanto, há algumas situações [de notícias] em que aceitamos uma qualidade inferior por conta do conteúdo", diz Elia.
Essa total mobilidade que o jornalismo móvel fará uma segunda revolução no jornalismo. A primeira foi vivida com o advento da internet, que, embora tenha trazido mais agilidade às notícias, para alguns críticos foi nociva por ter “prendido” profissionais de todos os veículos aos computadores das redações. Graças a esta inovação tecnológica, os jornalistas voltarão para onde nunca deveriam ter saído: a rua.

Jornalismo cidadão nas eleições brasileiras 2008

:: Jornalismo cidadão e eleições: maior voz aos políticos?
Jornalismo Cidadão, que também pode ter o nome de Colaborativo, Open Source ou ainda Jornalismo Participativo parte da idéia que o conteúdo jornalístico seja produzido por cidadãos, mesmo sem formação acadêmica necessária. Esta prática se caracteriza pela maior liberdade na produção e veiculação de notícias, já que não exige formação específica em jornalismo para os indivíduos que a executam.Podemos resumir de forma básica o jornalismo cidadão como dar voz ao povo. Seguindo essa linha de pensamento, o site de jornalismo cidadão Bocadopovo.com.br, que tem sua sede em Salvador (BA), possui como slogan: “Aqui você faz a noticia”.

No site são várias as editorias onde o repórter cidadão pode atuar. Mas existe uma em especial, que terá destaque nesse ano que acontecem as eleições municipais em todo o Brasil. E fica a pergunta: qual será o poder do jornalismo cidadão sobre as eleições?
O site de jornalismo cidadão da Bahia lançou um canal no qual os colaboradores podem participar ativamente da cobertura das eleições municipais da Bahia. Destaque para três sub-editorias que farão parte do contexto:
Candidatos – a sub-editoria Candidatos é o espaço para que sejam divulgadas as ações, a agenda, eventos e propostas dos candidatos.Eu Acho – sub-editoria em que o internauta irá emitir sua opinião sobre candidatos a prefeitos e os seus planos de governo.Opinião – espaço para textos opinativos sobre as Eleições 2008.
O próprio site ressalta que o veículo de comunicação tem como característica fundamental a produção de notícias pelo cidadão e não será usado como um palanque eleitoreiro por partidos políticos, candidatos e/ou cabos eleitorais.

Mas como assegurar que o jornalismo cidadão nas eleições dê voz aos partidos, por meio de "cidadãos" com intenções duvidosas?

Para eleições aqui no Brasil isso é novidade, mas nos EUA, essa maneira de fazer a cobertura das eleições é presente.

Será que esse jornalismo cidadão, que não tem grandes restrições a quem escreve e envia seu material, nas eleições será utilizado para alavancar a candidatura de alguns e destruir a de outros?

Basicamente, quem faz parte do jornalismo cidadão possui duas características em comum:
1) estavam diretamente envolvidos com o fato, ou por morarem próximos ao acontecimento, ou por estarem vivenciando as conseqüências daquele fato, como na guerra do Iraque, por exemplo, onde os blogs da região davam notícias mais precisas e interessantes que os jornais da grande mídia;
2) por possuírem acesso à internet e, conseqüentemente, às ferramentas necessárias para publicar e comentar notícias sobre aquele fato.Dessa forma, os blogs noticiosos começaram a fazer um sucesso mundial estrondoso.

Partindo dessas características, fica a pergunta: como serão as eleições de 2008 com a presença do jornalismo cidadão? Talvez aí apareça uma nova forma de comprar o voto? Essa será talvez uma nova estratégia de ganhar votos? Será que um cidadão com intenções duvidosas, pode utilizar o seu “poder” de comunicação à favor de uns, e claro, contra outros? Vamos aguardar e presenciar!

Produzir conteúdo com mobilidade para os mais vastos “ciberpúblicos”

Celulares, smartphones e câmeras digitais como plataformas de produção


Mobilidade: esse é o conceito do momento. Para se ter produtividade é necessário otimizar o tempo e para isso se pede tanto mobilidade. O jornalista está ganhando tanto em produtividade quanto em oportunidade. Afinal o ambiente de produção é muito vasto: celulares, smartphones e câmeras digitais como plataformas de produção aliadas às conexões sem fio do tipo wireless, WiMAX, tecnologia de terceira geração (3G) da telefonia celular.
Segundo
Fernando Firmino, jornalista e professor do Curso de Comunicação Social da Universidade Estadual da Paraíba e idealizador do blog Jornalismo Móvel “esta estrutura permite transferência de arquivos ou navegação na internet em alta velocidade através de celulares banda larga, agilizando o trabalho dos repórteres em situações de emergência e a distância”.
Um bom exemplo disso é o tão anunciado e esperado
Iphone 3G da Apple. Os recursos são vários entre eles bateria para até 10 horas de conversação, GPS além de suporte para blogs (o TyperPad) que permitirá a postagem direto do celular com o anexo da foto. A outra ferramenta (Mobile News Network ) foi desenvolvida junto com a agência de notícias Associated Press onde o repórter poderá acessar ou enviar reportagens a partir do iPhone. São aplicativos que potencializam o jornalismo móvel.
Alguns jornais pelo mundo vêm apostando na tecnologia. Dois jornais do grupo britânico de mídia News Group, o
The Sun e o The News of the World, estão desenvolvendo iniciativas como o Sun Me TV, baseado na tecnologia See Me TV, da rede inglesa de serviços móveis 3, permitira aos consumidores fazer vídeos curtos a partir de seus celulares e enviá-los para uma seção dedicada no site do The Sun.
Para Firmino "o jornalismo móvel é uma tendência nos grandes conglomerados de mídia do Brasil e do mundo e por isso estudos nessa áreas são raros mais vem provocando grande interesse”
Nos dias 13, 14 e 15 de maio deste ano ocorreu a terceira edição do Ciber.Comunica 3.0, evento que tem como objetivo discutir a comunicação associada às tecnologias contemporâneas. Nessa edição, a discussão do Ciber.Comunica girará em torno da Comunicação Sem Fio. Para o coordenador geral do evento o professor mestre Claudio Manoel Duarte. "O que motiva o Ciber.Comunica é o acompanhamento dos uso das tecnologias nas variadas formas de comunicar".
Na era da mobilidade, a qualidade do exercício jornalístico é caracterizado pela cibercultura e pelo ciberespaço e a estrutura de produção jornalística móvel modifica as rotinas produtivas tradicionais repercutindo na profissão e na definição de novas funções jornalísticas o que deve ser aproveitado pelos jornalistas e orgãos midiáticos de plantão. Cabe ao público mergulhar em conteúdos e deliciar-se com as novas ferramentas que nascem a cada dia.

Esporte torna a imprensa livre na china


simbolo das olímpiadas de 2008


A china informou que irá atender á todos os pedidods de entrevista por parte da imprensa nos jogos olímpicos de Beijin, a iniciativa partiu de um esforço do gorverno chinês em conter a reclamação dos jornalistas sobre a liberdade de imprensa no país. Os organizadores do evento prometeram total liberdade aos jornalistas no país mais a situação melhorou somente a imprensa internacional para os jornalistas chineses o rigor continua o mesmo. Essa atitude gera muito descontentamento em grupos dos direitos humanos.

Segundo Liu Qi presidente do comitê organizador dos jogos será aplicado uma política de recusa zero sobre entrevistas solicitadas pela imprensa, sendo assim todas as entrevistas serão respondidas prontamente.
Porém na semana em que a tocha passou pela china policiais impediram a imprensa internacional de entrevistar cidadãos que acompanhavam a passagem da tocha olímpica, principalmente no tibete e xinj iang que são locais de resistencia de minorias étnicas que lutam principalmente contra o crescimento economico e cultural chinês nesses lugares.

beijin Irá promover uma série de entrevistas e informações agendadas para criar uma espécie de lar para os reporteres.
Segundo uma organização que luta a favor dos direitos humanos, disse em uma carta ao presidente dos Estados Unidos George W. Bush que a China tem intensificado seus abusos de liberdade de imprensa conforme a Olimpíada vai se aproximando. "Nós, então, imploramos que vocês continuem, nos dias antes das Olimpíadas, a pressionar pela libertação de 44 escritores e jornalistas ainda mantidos em prisões chinesas e a insistir na completa e irrestrita liberdade de imprensa por toda a nação", dizia a carta.

Liu acrescentou que o governo poderia intensificar sua propaganda para os Jogos, que começam em 8 de agosto. "Trabalhar muito para criar um bom ambiente de para a opinião pública para os Jogos de Pequim," declarou Liu. A esperança é que pelo menos nenhum jornalista sofra qualquer tipo de abuso por parte do governo chinês o esforço das autoridades vem principalmente do apelo de chefes de estado da maioria dos países que participaram das olimpíadas em 2008.

Os Jogos Olímpicos de Beijing fornecerão serviços de alta tecnologia, incluindo transmissão de intranet virtual e banda larga sem fio, para facilitar cobertura de jornalistas. Os recursos finaneiros investidos serão no mesmo valor da Olimpíada passada (Atenas), segundo Sun Weijia, diretor do Departamento de Operações de Meios de Comunicação, órgão subordinado ao Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Beijing 2008.
É a primeira vez, na história das Olimpíadas, que a transmissão de intranet servirá à cobertura jornalística, disse Sun, quem acrescentou que o sistema olímpico INFO permitirá a baixar dados e transferi-los diretamente aos jornalistas. A fim de garantir a alta qualidade dos serviços, o BOCOG enviou seus empregados ao exterior para conhecer as experiências das Olimpíadas anteriores, além de convidar especialistas estrangeiros para trabalhar com a equipe.



Geração faça você mesmo









sem experiência mas com amor...


Nossa profissão estaria ameaçada por aventureiros? Talvez sim, talvez não. Fato é que a cada dia cresce mais o número de "faça você mesmo" em relação à matérias jornalísticas. Há casos de alguns veículos até pagarem pelas reportagens ou fotos, -caso do Estadão- outros chamam atenção dos amantes apenas com o prazer de ter seu nome em algo que poderá ser públicado na grande mídia, coisa que muitas vezes não acontece com um estagiário da área, que pega no pesado e não leva o crédito. Ossos do edifício...
Isto é o jornalismo participativo, também conhecido como open-source,e andam dizendo que é o futuro do jornalismo digital,este que necessita de rapidez e qualidade, nem sempre experiência. Isto na verdade não é um conceito totalmente novo, certamente você já ouviu um ouvinte falando sobre o trânsito na rádio, uma foto ou vídeo amador que pegou o flagra, as reportagens na web são só a consequência da evolução tecnológica e da inclusão digital. Uma pesquisa da Datafolha constatou que
42% dos usuários brasileiros produzem seu próprio conteúdo, o que num país considerado ainda em crescimento e desenvolvimento é muito positivo e estimulante.
Estímulo esse que é oferecido em muitos portais de renome, como o "Vc Repórter", do site
Terra, que exige um pequeno cadastro, depois disso é só enviar sua foto e matéria, que recebe uma avaliação prévia de profissionais que dão o ok final.
A velocidade da notícia e a provável sorte de quem está perto do acontecimento, foram estes os elementos que fortaleceram este novo "cargo".Afinal, hoje em dia com tantas tecnologias, câmeras e gravadores em aparelhos celulares, os sites para postagem à alguns cliques, tudo facilita e estimula, seja para apaixonados pela notícia ou para curiosos experimentadores.
Carolina Veronez

TV digital chega ao Brasil


Comparativo de imagens da TV analógico e digital
Em 2 de dezembro de 2007, foi oficialmente inaugurada a TV digital brasileira no estado de São Paulo. Depois disso, essa nova tecnologia de transmissão vai se expandir por todo o país. A segunda cidade a receber a novidade foi o Rio de Janeiro, que teve sua estréia em 16 de junho. De acordo com o Fórum Brasileiro de TV Digital, até 2013 a novidade deve estar disponível em todo o Brasil. As principais mudanças trazidas por essa novidade são imagem e som de maior qualidade, além de mobilidade, portabilidade, multiprogramação e também a possibilidade de o telespectador interagir com os programas da TV.
A transmissão da TV digital é gratuita, mas para acessar essa tecnologia é necessário ter um
conversor digital ou uma televisão com qualidade digital. O gasto com essas ferramentas podem variar entre R$ 200 (se o governo atingir seu objetivo de reduzir os preços) e R$ 1,1 mil, na compra do conversor digital. Se o usuário preferir qualidade digital em TV de plasma ou LCD, gastará de R$ 2 mil a R$ 270 mil. Os telespectadores não serão obrigados a migrar para TV digital, pelo menos nos próximos anos. De acordo com o decreto 5.280 (29 de junho de 2006), a transmissão analógica só deve deixar de existir em 29 de junho de 2016. Até lá, os telespectadores poderão continuar assistindo à TV com transmissão analógica. Transmissão analógica significa que como o som e a imagem são transmitidos de maneira contínua, o sinal de transmissão está sujeito a interferências geográficas, e a imagem pode sofrer com ruídos e perda de qualidade. A TV digital permite imagens em alta definição. Com maior nitidez de cores e detalhes antes imperceptíveis na TV analógica.
A
TV digital oferece ainda outros benefícios como a mobilidade que é a transmissão digital para televisores portáteis, como por exemplo aqueles utilizados em veículos. A portabilidade é a transmissão digital para dispositivos pessoais, como celulares. As possibilidades são inúmeras com a interatividade. Com o controle remoto, por exemplo, os usuários poderão votar, responder a testes, acessar mais informações sobre os programas e, futuramente, até comprar produtos anunciados na televisão. Ouro recurso é a multiprogramação que é a possibilidade de as emissoras transmitirem mais de um programa simultaneamente, ou até mesmo, ângulos de câmera diferentes em um jogo de futebol. Isso dá às emissoras flexibilidade para explorar desde alta definição até vários programas dentro de um mesmo canal.

Copyleft inova produção jornalística







Copyleft, pelo bem e para o bem comum

O artista cria e o jornalista escreve geralmente, ainda que
para si, pelo bem comum. Caso contrário não publicaria. O jornalista informa, o artista faz a arte não para fazer daquele momento, fato ou criação algo que seja somente dele. O Copyleft, uma alusão satírica ao termo inglês Copright (direitos da copia/ reservados) contrapõe um dos temas talvez mais polêmicos da atualidade: a propriedade intelectual.
Para Pablo Ortellado, em geral, a propriedade é justificada como uma garantia de uso e disposição do proprietário àquilo que lhe é de direito (por herança ou por trabalho). Para o dicionário Priberam aquilo que é pertença legítima de alguém ou sobre que alguém tem direito pleno. Ainda de acordo com Ortellado, uma casa é propriedade de alguém e não é possível que ao mesmo tempo em que A se utiliza dela, B também o faça de maneira totalizada. O fato de A usar a casa automaticamente inibe a utilização dela por B. Com um livro é diferente, uma vez que A e B podem se utilizar dele, (não o mesmo simultaneamente) e passá-lo depois para C, D, E, etc.
O fato de alguém poder fazer uma cópia do livro e fazer com que ele chegue a um número maior de pessoas não afeta o autor da obra, pelo contrário, difunde a obra e torna a natureza do livro (ser lido) incontestável.
No âmbito jornalístico, onde o princípio é, por intermédio dos veículos, manter as pessoas informadas acerca de um fato, esta novidade seria muito bem inserida. Enquanto o “caso Isabella” era incessantemente vomitado nas casas das pessoas por todos os meios de informação, era fácil notar que todo domingo o Fantástico aparecia com uma novidade exclusiva, e com ela trazia às pessoas o que elas queriam ver/saber. Mas se a Globo obtivesse estas tais informações e difundisse as mesmas com outros meios de comunicação, elas chegariam a um maior número de casas e mais pessoas lhe receberiam. Sendo, as organizações Marinho uma grande corporação, fica notório a intenção da emissora. A globo tinha em determinado momento, um vídeo com uma entrevista com o casal Nardoni e lá havia o símbolo da emissora. Logo se outra emissora quisesse usar a entrevista, deveria pagar os direitos de imagem que foram dados à Rede Globo, isto é, houve um direito reservado de uma informação/fato que eram importante(aqui sem juízo de valor) para todos e não apenas aos que assistem aquele canal de TV especificamente. Por razões como estas é que surgiu o Copyleft.
Esta é uma novidade que pode e deve ser inserida no mercado jornalístico como forma de um jornalismo cidadão, onde a informação não tem um dono (na verdade ele não é ignorado) mas onde todos são donos e podem ampliá-la e torná-la assim, mais completa e mais democrática.
Não apenas inovador, o copyleft permite que todos participem ativamente da construção de uma sociedade mais informada, mais inteligente. Este deveria ser o exemplo do jornalismo. Uma profissão em que o coletivo fosse beneficiado pelo bem coletivo e não por uma mera preocupação pessoal de empresas que querem o lucro, o prestígio de ser a única a deter aquela determinada informação.

TV tridimensional pode virar mania


O sonho pode se tornar realidade






Está em teste uma nova televisão e com nova programação, a TV tridimensional. Criada originalmente nos Estados Unidos a TV tridimensional possibilita que o telespectador assistir a alguns programas numa espécie de “realidade virtual”.
Implantada no Japão essa tecnologia envia imagens diferentes para cada olho. Além de um aparelho de televisão com a tecnologia própria o telespectador tem que utilizar um óculos 3D que vem junto com o televisor.
Uma das primeiras televisões vendidas é da marca Hyundai que inclui a tecnologia estereoscópica responsável pelo envio de sinais aos olhos. Esta tecnologia é denominada TriDef e foi desenvolvida pela empresa norte-americana DDD Group
No único pais em que existe a transmissão de programas tridimensionais, o Japão, pretende implantar de maneira mais abrangente esta tecnologia até 2020 e incluir cheiros e talvez cumprimentar o seu jogador preferido.
Outros fabricantes também estão de olho nesse novo mercado. A Sansung, por exemplo, já vende televisores com essa tecnologia nos Estados Unidos mesmo não havendo transmissões de programas com a tecnologia 3D, isso segundo a AP. O valor dessas TVs podem ser até 25% maior do que a TV de LCD convencional.
Com a elaboração dessa nova TV também surgem tecnologias que influenciam a computação. A criação de materiais cristalinos podem ajudar a aumentar a velocidade dos computadores e dar mais formas aos objetos.
Essa nova tecnologia pode tornar realidade as ficções cientificas vistas nos filmes. Quem sabe quanto tempo mais vai demorar para metade dessa tecnologia se tornar móvel. Poderemos assistir a documentários sobre a natureza e sentir o cheiro da selva ou mesmo estar mais próximo do sofá da Hebe Camargo.
Inovações tecnológicas desse nível tornariam mais próximas da realidade as criações de
Steven Spielberg. Cada vez mais o mundo real se inspira na realidade virtual para criar novas tendências, objetivos tecnológicos e desafios as ciências da comunicação.
Essa tecnologia da TV tridimensional pode ser a saída para a preservação da história natural do nosso planeta que está se perdendo a cada dia mais.