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quinta-feira, 5 de junho de 2008

Open source valoriza informação



Jornalismo Open Source possibilita ao leitor montar a notícia a seu modo

Criado em 1999, o termo Open Source Journalism, ou Jornalismo de Código Aberto, refere-se a uma tendência muito atual e utilizada no meio jornalístico: a de colaboração e integração dos internautas nos mais diversos textos que encontra na rede. Mais que isso, essa tendência agrega conhecimento ao leitor, que vê à sua disposição uma quantidade de informações muito maior do que as contidas nas linhas de um texto.

Esse nicho, no entanto, vem passando por modificações em sua estrutura. Muito já se discutiu, por exemplo, sobre a credibilidade de sites wikis, como a enciclopédia on-line Wikpedia, em que o conteúdo todo é elaborado por colaboradores. Para Rafael Evangelista, jornalista especializado em ciência e tecnologia, a proposta do Jornalismo Open Source é simples, se resume a disponibilizar todas as fontes utilizadas na construção de uma notícia para acesso dos internautas, possibilitando, inclusive, que novas reportagens sejam construídas a partir dos mesmos dados apurados.

O mais interessante nesse processo, entretanto, é que nada do que foi captado seria desperdiçado. Pelo contrário, haveria material para agregar conhecimento ao leitor, dando a ele a possibilidade de criar sua própria veia editorial. Ou seja, ao acessar uma série de dados omitidos na notícia, o leitor poderia reconstruir o texto com uma nova linha editorial, sem perder o teor informativo.

"No software livre, todo o código-fonte é compilado de acordo com uma arquitetura. No processo jornalístico também funciona a compilação. Lê-se as fontes e depois gera um texto – como uma versão executável de um programa. A leitura das fontes não é unívoca. O jornalista destaca o que prefere. Se você faz uma abertura das fontes, permite que outras pessoas recompilem outros textos. Fatos iguais podem ter leituras diferentes a partir de quem os lê”, explicou Evangelista em entrevista ao Observatório da Imprensa.

Quanto à linguagem desse modelo de jornalismo, sabe-se que ela tende a uma pasteurização, uma vez que as informações e textos são monitorados por um batalhão de “editores”. Assim, o conteúdo noticioso acaba adaptando-se ao todo da construção coletiva, ou seja, o projeto acaba sendo pautado pela média do gosto geral.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Notícias positivas ganham espaço

Aos poucos, um novo estilo de jornalismo vai se impondo na mídia imprenssa nos quatro cantos do mundo. Diferente daquele criado nos Estados Unidos com o formato de um conto ou novela - estrutura com começo, meio e fim - o estilo conta o que de bom acontece na sociedade, sem deixar de servir ou informar criticamente sobre o que acontece nela e no mundo.

Conhecido como jornalismo de notícias positivas, o novo formato já é praticado em alguns jornais americanos, onde se descobriu que "o homem mordendo o chachorro", considerado notícia tradicional, não pode ser apenas o negativo. O lado certo e justo do ser humano é mais generalizado que o contrário e começa a ser valorizado.

“Todas as notícias são boas para imprimir”, afirma a legenda do The New York Times. Assim começava também um artigo do Independent, de 2 de Março, que dizia que um editor inglês só publicaria notícias positivas. John Mappin, de 39 anos, possui três jornais em Londres e afirma categóricamente: “Estamos interessados em notícias positivas e que ajudem”.

O editor não noticia histórias de crimes ou qualquer outra que cause medo e isolamento social. Mappin dá preferência aos "contos do triunfo sobre a adversidade", como ele mesmo conta. A ideia não é nova. Outros jornalistas, como Martyn News, que trabalhou na BBC, já se queixaram do número insuficiente de boas notícias.

O jornalismo positivo destaca e enfatiza tal trabalho, explica seu valor e significado, promove-o aos quatro cantos, procura fazer com que seja conhecido também entre os analfabetos e ensina que o caminho da comida passa pela educação escolar.

domingo, 30 de março de 2008

O grande aliado

O técnico Vanderlei Luxemburgo, dentre outras consegue mais um feito significante na sua carreira. além de levar o Palmeiras às semifinais do campeonato Paulista, atingiu algumas marcas superando os feitos do técnico Tite em termos de invencibilidade; (12) contra (11), e também igualou os números de vitórias consecutivas que era de Emerson Leão.



Se o Palmeiras ganhar o título do Paulistão 2008. Luxa terá no seu curriculo o sétimo título paulista, sendo que ele seria tri-campeão consecutivo (2006-2007 pelo Santos). Além disso foi Penta Campeão Brasileiro 93, 94 Palmeiras, 98 Corinthians, 2003 Cruzeiro e 2004 com o Santos). Também foi campão Mineiro e copa do Brasil pelo Cruzeiro, na ocasião ele conseguiu a chamada tríplice coroa em 2003.

Fora isso 2 Taça Rio-São Paulo, (93 Palmeiras e 97 Santos).

Pelos criticos do futebol, ele é visto como um técnico disciplinador e estrategista, e considerado uns dos melhores técnicos de todos os tempos no Brasil.



A mídia esportivadá destaque para seu trabalho hoje por levar o Palmeiras as senifinais do Paulistão, e por suas marcas conquistadas no clube.

Para tudo isso , a mídia teve um grande papel, porqeu através dela o treinador ficou conhecido e assim aumentado seu valor. Grande aliado e por interesses próprios a mídia esta sempre registrando feitos inéditos na vida de uma pessoa. Bom para o esporte, bom prar a mídia e você fica informado

terça-feira, 11 de março de 2008

A sua é virar notícia?

Já pensou que a sua foto, vídeo ou áudio de um flagrante de notícia pode virar manchete? E também seu depoimento sobre um fato importante?

Pois os grandes portais da internet já! E o espaço só tende a aumentar, conforme os internautas tomarem gosto pela coisa.

O Terra, por exemplo, utiliza uma abordagem de convencimento através do status, como pode ser conferido na página do vc repórter (grafado assim mesmo, em "internetês").

Para os portais, o que chamamos de jornalismo participativo mata coelhos com um golpe só: Promove a participação do usuário e garante um alcance cada vez maior da cobertura, garantindo furos, imagens exclusivas, etc.

Para nós, futuros jornalistas, acho bacana observar e entender o fenômeno. Entender que é uma tendência e que podemos fazer disso uma oportunidade. Por que não publicarmos reportagens nossas nesses portais? Afinal, qual é a nossa?



Com o avanço da tecnologia muita gente já tem uma câmera digital,
alguns no próprio telefone celular