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terça-feira, 17 de junho de 2008

BBC News integra redação

Redação integrada da emissora britânica BBC News


O futuro das redações será a integração. Esse foi o resultado da pesquisa Newsroom Barometer 2008, conduzida por Word Editors Fórum, em que foram entrevistados 704 editores de todo o mundo. Os editores europeus acreditam que em pouco tempo as redações integradas serão muito comuns. Os americanos são totalmente favoráveis ao tema e concordam em uma mudança de cultura.

Mas, o que é uma redação integrada? São redações multimídias onde produções impressas e digitais ocorrem em conjunto. A pesquisa conclui que 86% dos editores entrevistados acham que as redações integradas vão se tornar comum em breve.A BBC News já deu o primeiro passo. Os jornalistas de rádio e TV da emissora trabalham em um mesmo espaço desde março deste ano. Para junho, será a vez dos jornalistas da BBC World News e os responsáveis pelos textos do site da BBC News integrarem a nova redação.

Para o editor Pete Clifton, diretor de jornalismo multimídia da emissora em Londres, o jornalista precisa ser flexível para ser um bom profissional multimídia. "Esse é um mundo que te consome muito, as coisas mudam rapidamente e cada vez mais depressa, pressionando você. Os jovens jornalistas precisam possuir diferentes habilidades e freqüentar todos os lugares que puder, aprender todas as coisas que conseguir e estudar o quanto for possível", afirma Clifton.

No Brasil, a experiência anda devagar. Mas, existem alguns veículos que iniciaram o modelo de redação. É o caso do jornal O Estado de S. Paulo, quando anunciou a reformulação da redação e o lançamento do novo portal em 2006 e a Gazeta, no Espírito Santo, que agrupou os jornalistas do site com a rádio CBN Vitória.

terça-feira, 10 de junho de 2008



Para a Google, o futuro da informática está com o "computador nas nuvens"

A mais nova invenção da Google está sendo chamada de computação nas nuvens. O conceito não é novo para quem trabalha com internet. Segundo o site underGoogle, no texto Computação nas Nuvens: O futuro, segundo o Google, esse é o futuro para a empresa Google.
De acordo com a empresa, o conceito baseia-se na possibilidade de utilizar computadores menos potentes, conectados na internet e que possam usar os softwares na rede, segundo o exemplo do sucesso que a Google apresenta com o Google Docs e com a Gmail. A partir disso, o computador seria apenas uma plataforma de acesso as ferramentas, que estarão “flutuando” em uma grande nuvem, a Internet.
Com isso a Google pretende, também, baratear os computadores já que, com a implantação do computador nas nuvens, o usuário só vai precisar do teclado e o monitor. No caso, o Computador seria apenas um chip conectado à internet.Para o presidente da Google, Eric Schmidt, “O futuro dos computadores está na internet”. Em matéria feita pelo Jornal da Globo, explica que as idéias da inovadoras da Google são resultados de sua política de trabalho. Segundo a reportagem, a empresa incentiva que os funcionários trabalhem em projetos pessoais. 20% do tempo de trabalho dos funcionário da Google são utilizados para que eles trabalhem criando o que quiserem e a empresa paga para isso. Foram desses projetos que surgiram o Orkut, o Gmail e o Google Docs.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

BBC News já tem redação integrada

Redação integrada da emissora britânica BBC News


O futuro das redações será a integração. Esse foi o resultado da pesquisa Newsroom Barometer 2008, conduzida por Word Editors Fórum, em que foram entrevistados 704 editores de todo o mundo. Os editores europeus acreditam que em pouco tempo as redações integradas serão muito comuns. Os americanos são totalmente favoráveis ao tema e concordam em uma mudança de cultura.

Mas, o que é uma redação integrada? São redações multimídias onde produções impressas e digitais ocorrem em conjunto. A pesquisa conclui que 86% dos editores entrevistados acham que as redações integradas vão se tornar comum em breve.

A BBC News já deu o primeiro passo. Os jornalistas de rádio e TV da emissora trabalham em um mesmo espaço desde março deste ano. Para junho, será a vez dos jornalistas da BBC World News e os responsáveis pelos textos do site da BBC News integrarem a nova redação.

Para o editor Pete Clifton, diretor de jornalismo multimídia da emissora em Londres, o jornalista precisa ser flexível para ser um bom profissional multimídia. “Esse é um mundo que te consome muito, as coisas mudam rapidamente e cada vez mais depressa, pressionando você. Os jovens jornalistas precisam possuir diferentes habilidades e freqüentar todos os lugares que puder, aprender todas as coisas que conseguir e estudar o quanto for possível”, afirma Clifton.

No Brasil, a experiência ainda anda devagar. Mas, existem alguns veículos que iniciaram o modelo de redação. É o caso do jornal O Estado de S. Paulo, quando anunciou a reformulação da redação e o lançamento do novo portal em 2006 e a Gazeta, no Espírito Santo, que agrupou os jornalistas do site com a rádio CBN Vitória.

domingo, 8 de junho de 2008

Tv digital brasileira alcança poucos

TV digital brasileira ainda não atinge 55 mil domicílios na grande SP
A TV digital brasileira completou seis meses de existência e, segundo o Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), foram fabricados 24.854 conversores de 2007 até abril deste ano. Esses conversores ou “set-top boxes”, são necessários para a transmissão do novo sinal nos televisores. Até agora, o sinal não atingiu o equivalente a um ponto no Ibope, o que significa 55 mil domicílios na grande SP. Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Informática, líder de venda nesse mercado diz que, no máximo, existem de 10 a 20 mil famílias na grande SP recebendo o sinal.

A tecnologia, tão divulgada com a chegada do novo sinal e que permite interagir com os programas, ainda está muito distante dos lares brasileiros. O conversor popular prometido antes mesmo do lançamento no valor de R$ 250,00 não chegou. Aparelhos com receptores digitais embutidos custam a partir de R$ 6.000,00 e, os conversores mais baratos custam R$ 499,00.

Quando chegará a interatividade prometida? Quando os preços abaixarem e mais da metade da população tiver acesso? Ou ela chegará, e ficará por um bom tempo somente para nichos específicos? Eis a questão.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Open source valoriza informação



Jornalismo Open Source possibilita ao leitor montar a notícia a seu modo

Criado em 1999, o termo Open Source Journalism, ou Jornalismo de Código Aberto, refere-se a uma tendência muito atual e utilizada no meio jornalístico: a de colaboração e integração dos internautas nos mais diversos textos que encontra na rede. Mais que isso, essa tendência agrega conhecimento ao leitor, que vê à sua disposição uma quantidade de informações muito maior do que as contidas nas linhas de um texto.

Esse nicho, no entanto, vem passando por modificações em sua estrutura. Muito já se discutiu, por exemplo, sobre a credibilidade de sites wikis, como a enciclopédia on-line Wikpedia, em que o conteúdo todo é elaborado por colaboradores. Para Rafael Evangelista, jornalista especializado em ciência e tecnologia, a proposta do Jornalismo Open Source é simples, se resume a disponibilizar todas as fontes utilizadas na construção de uma notícia para acesso dos internautas, possibilitando, inclusive, que novas reportagens sejam construídas a partir dos mesmos dados apurados.

O mais interessante nesse processo, entretanto, é que nada do que foi captado seria desperdiçado. Pelo contrário, haveria material para agregar conhecimento ao leitor, dando a ele a possibilidade de criar sua própria veia editorial. Ou seja, ao acessar uma série de dados omitidos na notícia, o leitor poderia reconstruir o texto com uma nova linha editorial, sem perder o teor informativo.

"No software livre, todo o código-fonte é compilado de acordo com uma arquitetura. No processo jornalístico também funciona a compilação. Lê-se as fontes e depois gera um texto – como uma versão executável de um programa. A leitura das fontes não é unívoca. O jornalista destaca o que prefere. Se você faz uma abertura das fontes, permite que outras pessoas recompilem outros textos. Fatos iguais podem ter leituras diferentes a partir de quem os lê”, explicou Evangelista em entrevista ao Observatório da Imprensa.

Quanto à linguagem desse modelo de jornalismo, sabe-se que ela tende a uma pasteurização, uma vez que as informações e textos são monitorados por um batalhão de “editores”. Assim, o conteúdo noticioso acaba adaptando-se ao todo da construção coletiva, ou seja, o projeto acaba sendo pautado pela média do gosto geral.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Um desafio para o "Estado das coisas"


Sapo: selo para identificar os textos temático


O Inovajor resolveu convidar seus colaboradores a escolher um assunto que está em voga dentro das tendências contemporâneas a serem estudadas, solicitando que cada um busque um enfoque jornalístico, de preferência inovador. A partir daí, eles buscam pelo menos três documentos relacionados diretamente ao que escolheram e a partir daí dimensionassem isso na forma de um texto com o mínimo de cinco parágrafos. Detalhe: os documentos devem ser de fontes credibilizadas e atendendo os seguintes gêneros: artigo, entrevista e estudo ou pesquisa.

O resultado disso será publicado até o dia 5 de junho às 22hs,produção que poderá ser identificada pelo selo criado por Artur Guimarães, para este desafio: um sapo laranja, tal como a foto acima. A relação dos assuntos pode ser observada abaixo e a expectativa é que nisso não só se averigue o interesse em relação às tendências escolhidas, mas também o nível de relação estabelecida com o Jornalismo. Mais que isso, é preciso ficar atento à contribuição trazida pelos pesquisadores.


Confira e comente os textos depois de publicados, pois certamente o que for dito servirá para ajustes, novas buscas e mesmo outras atualizações. Veja a seguir a relação dos assuntos temáticos: Geração faça você mesmo, Microformato, Narrativas híbridas,Convergência, Jornalismo de games, Mobilidade, Cultura das mídias, Capital intelectual, TV online, Identidade Digital, Avatares, Jornalismo customizado, Jornalistas desenvolvedores, Código aberto, Comunidades em rede, Redação integrada, Web semântica, Copyleft, Jornalismo Open source, Folksonomia, e Plataformas virtuais. Além destes, também deixou-se em aberto algum outro, desde que devidamente justificado.

domingo, 1 de junho de 2008

Mudança na Reuters e no The New York Times prometem transformações em efeito cascata


Após a agência de notícias Reuters liberar o acesso a sua API, agora é a vez do jornal The New York Times. A empresa jornalística anunciou esta semana que deve liberar ainda este ano. A API é como se fosse uma espécie de “receita e instruções” do site. Com o acesso a ela, será possível criar qualquer ferramenta, serviço, gadget que tenha como base o conteúdo do jornal. Ou ainda cruzar livremente as notícias da publicação com outros dados e informações.


A mudança fará com que o NY deixe de ser apenas um periódico, transformando-se em uma plataforma de conteúdo. As mudanças nas duas empresas prometem novos contornos pelo mundo na comunicação e também no mercado brasileiro. O objetivo das duas empresas é ganhar maior distribuição e também aumentar a audiência na internet.

A mudança vem em meio a uma realidade da produção de notícias com uma mobilidade cada vez mais dinâmica, onde qualquer pessoa seja ela jornalista ou não poderão propagar informações para parcela ampliada da sociedade.

Exemplos nesta linha em termos de publicação de conteúdo, mas com sites e não com jornais demonstram ser uma opção saudável para a captação e divulgação de informações relevantes. E diferentemente do que muitos colegas jornalistas pensam não afeta nossa profissão, de modo a restringir as opções de emprego no mercado de trabalho. Pelo contrário, é uma ferramenta que temos que usar de modo a tirar proveito e assimilar com uma visão inovadora, buscando novos contornos e possibilidades e sobretudo novos olhares sobre a realidade contemporânea que nos é incumbido captar.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Sites que podem organizar sua vida


Sites da web 2.0 ou mushups como são chamados, estão com força total na internet. Foram eleitos alguns sites que podem organizar, entreter e ajudar as nossas vidas: 1) GrandCentral- pertencente ao grupo google, neste site você pode direcionar as chamadas do seu telefone para os números que escolher e seu emails também;2)Highrise - é um banco de dados de contatos, lembretes, notas e possível compartilhá-lo com a empresa e acessá-lo onde houver acesso a internet; 3)Jott - é um site que transforma os seus dados de voz para texto , o internauta pode ligar para o Jott e solicitar a mensagem e o jott encaminha a mensagem por email para o destinatário. Prático não? Pena que só tem nos EUA... rs; 4) Remember the milk- é um gerenciador de tarefas on line, o usuário pode compartilhar suas tarefas com familiares e com o pessoal do trabalho , além de poder receber lembretes via SMS ou email; 5)Liveplasma- o site apresenta como se fosse um sistema solar com os cantores e bandas que fazem parte do mesmo universo musical, além de mostrar toda a discografia do cantor escolhido. Para quem quiser conhecer a lista completa dos sites mais interessantes da internet é só conferir no IDG Now.E viva a tecnologia!!!

sábado, 12 de abril de 2008

Extinção da TV por assinatura?


Hoje é possível encontrar diversos programas de TV disponíveis na rede mundial. Há sites que oferecem vários canais interligando diferentes programas e até em outros idiomas.

Quem possui banda larga pode visualizar facilmente estes programas, mas para quem depende de poucos megas ou então de internet discada, não é possível usufruir do benefício com a mesma qualidade.

Com o avanço da internet e o acesso cada vez mais rápido as informações, outros meios de comunicação deverão se adequar, pois correm um sério risco de perderem seus clientes.

Os computadores possuem recursos de multimidia tão avançados que algumas pessoas não mais prcisarão comprar separadamente TV ou Rádio, pois os novos equipamentos já trazem todos eles.

Com a disponibilidade das TVs e Rádios na web, não será o fim da TV por assinatura? Se não houver a extinção a concorrência vai ficar cada vez mais acirrada e quem ganha com isso é obviamente, o consumidor.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Blogosfera reloaded




Mapear blogs de periodistas está previsto pelo Google Earth, no projeto OJB Reader Map.

A leitura das postagens realizadas no Blog Inovajor permite observar uma tendência de alguns autores a escrever sobre blogs, indiciando uma nova visão sobre esta ferramenta, que nasceu diário e está atualmente em plena mutação. Gagliotti trata da credibilidade já obtida por alguns jornalistas, Takaoka sinaliza a evolução deles no meio corporativo, Cardoso o associa à liberdade na web, Guimarães mostra adesão e parcela do crescimento via Techonati, Fernandes demonstra como alguns associam o jornalismo ao humor, ao passo que Hiraoka ainda vê riscos de sensacionalismo.

Isto justifica apontar também outros esforços que vem sendo evidenciado no mundo e que giram em torno da credibilização deste gênero. Na Argentina, Liuzzi concluiu recentemente apresentação em vídeo sobre Blogs e periodismo (acessível no Blog Documental ), contanto com vários relatos e experiências, bem como publicou (via: Tiscar Lara ) o lançamento do número 76 da revista Diálogos, da Felafacs, totalmente voltada para o fenômeno blog. Manuel Castro Vidal, igualmente, produziu um documentário de 22 minutos sobre blogs (foto ), bem sugere em um de seus textos polêmicos, a possibilidade de fugir da concentração das redes, direcionando-se para uma espécie de liberdade junto às RDM (Rede de Distribuição de Moniposts-FAQ), um dos serviços disponíveis na web.

Estes indicativos são apenas um sinal da mobilização em torno desta ferramenta que, aliada às possibilidades da web 2.0, ampliou significativamente a intervenção e o posicionamento de um público que apenas acessava sites e navegava na web. Não à toa, as tendências mais expressiva na contemporaneidade são a constituição de redes e, nelas, o espaço para os desenvolvedores. Seria extremamente complicada uma busca de tudo o que se tem produzido, além de um desafio exploratório interessante que não se pretende esgotar nesta postagem, mas deixa-se aí um convite para os leitores deste que, caso esbarrem em pdfs, estudos ou apresentações sobre blogs, que sugiram por meio do espaço de comentário: a Blogosfera agradece.

segunda-feira, 17 de março de 2008

O impresso vai resistir ao progresso online



Tanto os novos jornalistas quanto os que já tem anos de prática devem se atualizar e manter-se informados sobre as inovações do mundo digital.



A Internet se desenvolve e se populariza rapidamente, seguido de um impressionante número de publicações eletrônicas. Esta massificação dos textos online vem gerando uma grande discussão entre jornalistas que questionam se os veículos impressos de comunicação vão resistir as constantes inovações e a interatividade que o jornalismo digital possui.
A publicação eletrônica possui muitas vantagens. Maior interatividade, notícias atualizadas com informações adicionais várias vezes ao dia de acordo com os acontecimentos mais recentes, facilidade para ser acessada instantaneamente em qualquer parte do mundo, serviços especiais como a consulta de arquivos de edições anteriores, fóruns para discussões, programas de busca entre outros aspectos tornam o jornalismo digital muito atrativo para quem necessita estar informado o tempo todo. Apesar de toda essa interatividade, onde o leitor sabe da notícia no momento em que ela acontece, ainda existem aqueles que aportam na boa e velha mídia impressa. O jornal impresso, assim como as revistas, pode ser lido no conforto de uma boa poltrona, na rua, no ônibus e levado a qualquer parte. Não necessita de nenhuma condição especial para ser lido.
Atualmente, na Internet, os jornais impressos utilizam-se de parcerias, fazendo com que uma mídia interaja com a outra. O veículo impresso não vê mais a web apenas como uma ameaça, mas sim como um importante instrumento complementar para as empresas jornalísticas.
Alguns acreditam que os jornais tradicionais irão desaparecer diante das inúmeras possibilidades que as novas tecnologias trazem para a profissão. Outros garantem que a Internet não tomará o lugar do velho jornal em papel. Uma coisa é certa, os futuros jornalistas devem estar muito bem integrados com as novas formas de mídia. Assim como aconteceu quando o rádio e a televisão foram criadas, a Internet não substituirá a mídia impressa, mas os jornais irão continuar se adaptando a ela e as que aparecerem futuramente.
Veja aqui, o que os jovens e os futuros jornalistas tem a dizer sobre o jornalismo digital.

domingo, 16 de março de 2008

Inovação, idéias para se manter

Braimtorming é um processo utilizado para gerar idéias



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Quantos veículos hoje, o jornalismo se dispõe; o jornal, o rádio , a tv, a irternet e tantas outras que nos informam a cada instante dos fatos que acontece em todo o mundo em tempo real. Para nós é um banquete de informações que vem de toda parte do mundo.






E os veículos de comunicação se vêem como no mercado diante de tantos meios de se levar uma informação, e fazer com que seu produto seja comercializado com êxito.



Diziam que com o surgimento da TV, o rádio desapareceria, mas ao contrário disso ele se inovou e hoje é tão importante como a tv. A quem prefira ouvir um bom programa de rádio, pelos tantos serviços que oferece, como, por exemplo, às condições do trânsito enquanto se arruma para ir ao trabalho.


De repente, o tradicional e supremo imperador , o jornal impresso se sente ameaçado pelo jornalismo digital.


Sim, o jornalismo digital popularizou rapidamente. Uma publicação eletrônica, pode ser visto pelo mundo inteiro com praticidade e inratividade.



Muitos são os recursos que a mídia eletrônica se dispõe, entre elas as buscas de arquivos, várias fotos de um mesmo acontecimento, link. Com isso a informação se torna mais atrativa para quem precisa ficar informado.






Mas assim como o rádio se inovou diante a tv, o jornal impresso também buscou meios de se inovar. O que seria seu inmigo tornou seu aliado; hoje o jornal impresso usa a internet ao seu favor, como, por exemplo, pela net é possível ver últimas edições como fim de pesquisa.



pode se comunicar com seus leitores através de e-mail, podendo até estudar o perfil de seus leitores através de pesquisas.



Existem vários veiculos de comunicação, cada um tem seu público definido, mas cada um buscam novas ideías , inovam de acordo com os surgimentos de novas e diferentes mídias.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Mudanças indicam inovações!?



  • Repórter em ação


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O início da atividade deste espaço de análise jornalística nasce dentro dos cânones da prática da reportagem, ou seja, formulando uma pergunta de pesquisa que está lançada na forma de uma pesquisa: Qual mudança foi mais importante para o jornalismo?

Na sua trajetória, no mundo e mesmo no Brasil, esta atividade passou por vários tropeços e inovações que mesmo para um conhecedor torna-se difícil precisar a melhor mudança, se é que estas sempre vêm para melhorar.

O desafio está lançado e o convite para que todos votem está feito. Depois disso, pretende-se estabelecer uma discussão mais candente em torno do resultado. Mesmo com questões de caráter bem abrangente, almeja-se ao menos um indicativo que permita gerar enfoques para buscas e textos dos colaboradores envolvidos. Caso o leitor queira indicar alguma mudança que possa ser incorporada, que o faça por meio do comentário abaixo.