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sábado, 7 de junho de 2008

A Ética do jornalismo na internet


O blog é uma ferramenta que, atualmente faz parte do jornalismo de Internet, o jornalismo virtual. Por ter características de instanteneidade, pluralidade de idéias e interatividade, muito se discute a respeito da ética na prática desse trabalho, que não está livre de seguir as regulamentações da profissão.
Muitos são os assuntos discutidos nos blogs e o que notamos em crescimento é a presença de jornalistas que fazem uma extensão da redação para a publicação de pensamentos, notícias e idéias que geram nos leitores uma atitude de participação.
O jornalista de blog deve seguir as normas do conselho de ética da profissão, e um dos principais artigos é o 7º do Código de Ética do Jornalismo, que ressalta: "O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade dos fatos, e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos acontecimentos e sua correta divulgação.”
Por isso, os sites, como os blogs, devem, antes de tudo, checar as informações e publicá-las dentro de um padrão de bom senso e confiabilidade.Alguns blogs divulgam informações que podem ser provenientes de outros veículos, e quando isso acontece de forma inadequada, ou seja, quando as fontes e informações não são checadas, o leitor pode encontrar um conteúdo que pode ter sido editado muitas vezes e até mesmo sem ele saber ou ter a justificação desse equívoco. Esse fato, por exemplo, vai contra ao Código de Ética do Jornalismo, que sobre essa questão faz a seguinte afirmação: "O jornalista é responsável por toda a informação que divulga desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros". O jornalista blogueiro é o único responsável pelo conteúdo que é veiculado no seu blog.O livro “Jornalismo Eletrônico - Internet e Reconfiguração de Práticas nas Redações", de Hélder Bastos, faz mais uma ilustração sobre a importância da ética na questão dos blogs. Segundo o autor, o jornalismo praticado na Internet, mesmo com a influência de grande circulação de informação em tempo real deve conter apuração jornalística.Porém, infelizmente ainda encontramos em meio a profissionais responsáveis alguns que praticam a profissão de forma antiética e sem credibilidade, pois muitas vezes a constante busca pelo furo e a rapidez da Internet vão contra os preceitos de compromisso, veracidade e utilidade.O jornalista Antonio Prado falou recentemente ao Observatório da Imprensa e emitiu sua opinião contundente sobre o jornalismo praticado nos blogs, e por conseqüência, na Internet: “O jornalismo nos blogs é algo fascinante, mas deve ser tratado com o mesmo rigor do que se produz em redações. O ideal é que esta alternativa de informação cresçam credibilidade na mesma medida em que cresce em números de acesso”

segunda-feira, 12 de maio de 2008

20 coisas que um webjornalista deve saber...


Especialista em Informática na Educação, Mestre em Mídias, já foi editor de arte nos diários Zero Hora e Jornal do Comércio, José Antonio Meira da Rocha destaca 20 tipos de comportamento que um webjornalista deve ter.


1. Ler muito, inclusive em inglês.

2. Escrever bastante.

3. Pesquisar na internet e relacionar as informações encontradas.

4. Operar planilhas e editores de texto.

5. Operar programas de e-mail e messengers.

6. Participar de diversos fóruns e listas de discussão.

7. Fotografar, manipular as fotos em programas específicos, distribuir as fotos em fotologs.

8. Fazer e editar vídeos em celular ou câmeras domésticas, publicar e embutir estes vídeos em páginas Web.

9. Gravar entrevistas com seu MP3 player ou celular.

10. Editar áudio digital e fazer podcast.

11. Contratar e instalar serviços em hospedagem internet (CMS, blogs, sistemas de workgroup, fóruns, galerias de fotos).

12. Gerenciar um sistema gerenciador de conteúdo (CMS), blog, fórum [de novo].

13. Conhecer HTML o suficiente para fazer links ou modificar templates e skins.

14. Usar sistemas de anúncios tipo AdSense.

15. Assinar e gerenciar uma enorme lista de feeds RSS sobre sua especialidade.

16. Trocar arquivos em sistemas peer-to-peer ou de troca de grandes arquivos.

17. Fazer mashups, mapas e modelos 3D com Google Maps, Google Earth e Google SketchUp.

18. Gerenciar, com diplomacia, comunidades de leitores.

19. Resolver pepinos e abacaxis em seu computador.

20. Estar sempre antenado com as tendências das mídias digitais.


Uffa...Não é brincadeira não! Para fazer tudo isso aí é indispensável dominar o inglês, pois a maioria dos recursos exigem pelo menos o básico na leitura.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

A influencia de um blog no jornalismo digital


A nova era da informação, além de dispor que as pessoas possam receber mais informação de maneira gratuita e com um nível de atualização que perde apenas para as emissoras radiofônicas, também gera a possibilidade dos próprios leitores disponibilizarem suas informações na rede. Essa idéia é expressa no site Guia do Jornalismo na Internet, que afirma que as mídias tradicionais já perceberam que devem investir e acompanhar o rítimo das mudanças.
Não existe no mundo, um jornal, rádio ou emissora de TV de grande porte que não disponibilize seus melhores produtos na internet.
Atualmente, os jornalistas e aqueles que desejam um dia exercer a profissão, encontram nos blogs uma maneira fácil, rápida e barata de divulgarem seus textos na internet. Manter um blog jornalístico exige certa periodicidade. No texto “Manter ou não um blog” retirado do blog Jornalismo Digital, encontramos o problema de um blogueiro que expressa o problema de manter um blog coletivo em uma empresa. Alguns dos problemas que ele conta podem ser levados pelos jornalistas que desejam manter um blog, como, por exemplo, estar preparado para preparar e escrever um “post” por dia nos próximos cinco anos.
No mesmo blog ainda pode se encontrar o texto “Os bloggers e as relações publicas” que revela que empresas estão se interessando nos blogueiros devido a crescente influencia que eles tem na formação da opinião pública. Os blogs não vão dominar o mundo, mas essa é mais uma ferramenta que pode ser usada para fazer jornalismo e expressar idéias.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Fim do Jornalismo Impresso?


A crise da mídia impressa é um assunto que está em pauta na maior parte das discussões que envolve o jornalismo moderno. Existem os mais catastróficos, que vêem um fim próximo para os jornais impressos e existem também aqueles que acreditam que há uma saída para o jornalismo que há tanto tempo tem lugar entre os meios de comunicação em todo o mundo.
Para o ex-diretor executivo do News and Observer, Frank M. Daniels III, os jornais impressos irão desaparecer nos próximos 15 anos, devidos as grandes vantagens das publicações eletrônicas na Web. Segundo ele, os jornais digitais são mais interativos que os correspondentes impressos, o custo de produção e distribuição são menores, os artigos e reportagens podem ser complementados com informações adicionais e as notícias também podem ser atualizadas varias vezes ao longo do dia.
Já para a jornalista e apresentadora do programa “Imprensa na Tv” exibido pela All TV, Sabrina Righetti, não há possibilidades do desaparecimento do jornal em papel. A apresentadora afirma que o jornalismo impresso precisa apenas se redefinir, ou seja, encontrar um papel mais investigativo e, talvez, até mais literário, assim como o jornal The New York Times. Isso porque, a internet passou a cumprir o papel do furo jornalístico, através dos blogs com informações cada vez mais ágeis e imediatas.
Recentemente a estudiosa Domica Mesing, realizou uma pesquisa, na qual perguntou a diversos jornalistas se realmente as publicações eletrônicas se sobressaem aos meios impressos. Apenas um terço respondeu que o serviço online aumentou o interesse dos leitos por seu produto em papel. Já 46% acredita que não houve impacto sobre as versões impressas, enquanto 14 % considera cedo demais para responder e, apenas 2 % disseram que o serviço causou essa queda de interesse pelo jornal impresso.Ao que tudo indica, os jornais imprssos não vão desaparecer, já que pode se viver sem nenhum problema com as suas versões digitais, através de uma relação de parceria onde um pode auxiliar o outro.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Jornalismo com bom humor


A rede mundial da Internet está cada dia mais infestada de sites e blogs de jornalismo com um toque de piada. Alguns são de jornalistas conhecidos e que passam credibilidade mesmo quando o assunto faz rir. O meio não é novo, mas é considerado por muitos como uma inovação no jornalismo.

Há um número crescente de blogs como o
jacarebanguela e também o kibeloco que trabalham a informação com um toque de crítica e bom humor. O blog utiliza-se de um punhado de notícias dos sites mais acessados no Brasil, entre eles o Globo, Uol e Folha para comentar os assuntos e satirizar as notícias. Mas o que traz maior credibilidade, é o fato de todas as matérias possuírem um link para se chegar as fontes.

Muitas pessoas que não gostam, não têm paciência ou até mesmo tempo de ler notícias na Internet, passaram a gostar desse tipo de inovação. Nesse meio é possível ter informação de uma forma rápida, objetiva e satirizar um político ou um artista e começar o dia bem humorado.

É importante ressaltar que esse segmento merece cuidado, pois ainda há muito preconceito com relação aos blogueiros, que muitas vezes não possuem uma bagagem cultural para julgar certos temas. Dessa forma, é muito importante que o internauta tenha a cautela de pesquisar a fonte jornalística do assunto.

terça-feira, 18 de março de 2008

A Internet e o jornalista


Desde que a Internet surgiu, uma duvida paira no ar, a maneira de como o jornalismo se encaixaria nesse novo modelo. A adaptação foi imediata, o imediatismo e a facilidade das postagens minuto a minuto, deram uma sobrevida incrivél ao jornalismo, que até então se utilizava dos jornais diários, da Televisão e do rádio para que a notícia chegasse ao seu destino.
Segundo o Jornalista Julio Dario Borges, num primeiro momento o jornalismo ganhou em agilidade, depois, ficou mais rico e por último mais diversificado. Julio em seu blog, acrescenta que a concorrência com os chamados repórteres-cidadãos, tornou os antigos jornalistas em peça de museu, e se não se adaptarem a nova tecnologia provavelmente acabarão fora do mercado

Com a criação dos blogs, pessoais, criou-se o chamado reporter-cidadão, tornando qualquer pessoa, capacitada para publicar o que bem interessa na internet
O site Intermezzo publicou uma pesquisa sobre o perfil dos jornalistas-blogueiros em 20 países ibero-americanos e, descobriu que a liberdade da linha editorial é um dos principais atrativos do blogs e, que os jornalistas mais jovens são os que mais utilizam essa nova ferramenta de divulgação de noticias.

Alguns países começam a tomar atitudes a respeitos do que esse reporteres cidadãos começam a publicar em seus blogs. A França tornou crime filmar ou transmitir atos de violência por pessoas que não sejam jornalistas.

Esse é só o começo de uma luta dos jornalistas de profissão contra os blogs pessoais, e com certeza terá grandes desdobramentos

segunda-feira, 17 de março de 2008

O impresso vai resistir ao progresso online



Tanto os novos jornalistas quanto os que já tem anos de prática devem se atualizar e manter-se informados sobre as inovações do mundo digital.



A Internet se desenvolve e se populariza rapidamente, seguido de um impressionante número de publicações eletrônicas. Esta massificação dos textos online vem gerando uma grande discussão entre jornalistas que questionam se os veículos impressos de comunicação vão resistir as constantes inovações e a interatividade que o jornalismo digital possui.
A publicação eletrônica possui muitas vantagens. Maior interatividade, notícias atualizadas com informações adicionais várias vezes ao dia de acordo com os acontecimentos mais recentes, facilidade para ser acessada instantaneamente em qualquer parte do mundo, serviços especiais como a consulta de arquivos de edições anteriores, fóruns para discussões, programas de busca entre outros aspectos tornam o jornalismo digital muito atrativo para quem necessita estar informado o tempo todo. Apesar de toda essa interatividade, onde o leitor sabe da notícia no momento em que ela acontece, ainda existem aqueles que aportam na boa e velha mídia impressa. O jornal impresso, assim como as revistas, pode ser lido no conforto de uma boa poltrona, na rua, no ônibus e levado a qualquer parte. Não necessita de nenhuma condição especial para ser lido.
Atualmente, na Internet, os jornais impressos utilizam-se de parcerias, fazendo com que uma mídia interaja com a outra. O veículo impresso não vê mais a web apenas como uma ameaça, mas sim como um importante instrumento complementar para as empresas jornalísticas.
Alguns acreditam que os jornais tradicionais irão desaparecer diante das inúmeras possibilidades que as novas tecnologias trazem para a profissão. Outros garantem que a Internet não tomará o lugar do velho jornal em papel. Uma coisa é certa, os futuros jornalistas devem estar muito bem integrados com as novas formas de mídia. Assim como aconteceu quando o rádio e a televisão foram criadas, a Internet não substituirá a mídia impressa, mas os jornais irão continuar se adaptando a ela e as que aparecerem futuramente.
Veja aqui, o que os jovens e os futuros jornalistas tem a dizer sobre o jornalismo digital.

terça-feira, 11 de março de 2008

A sua é virar notícia?

Já pensou que a sua foto, vídeo ou áudio de um flagrante de notícia pode virar manchete? E também seu depoimento sobre um fato importante?

Pois os grandes portais da internet já! E o espaço só tende a aumentar, conforme os internautas tomarem gosto pela coisa.

O Terra, por exemplo, utiliza uma abordagem de convencimento através do status, como pode ser conferido na página do vc repórter (grafado assim mesmo, em "internetês").

Para os portais, o que chamamos de jornalismo participativo mata coelhos com um golpe só: Promove a participação do usuário e garante um alcance cada vez maior da cobertura, garantindo furos, imagens exclusivas, etc.

Para nós, futuros jornalistas, acho bacana observar e entender o fenômeno. Entender que é uma tendência e que podemos fazer disso uma oportunidade. Por que não publicarmos reportagens nossas nesses portais? Afinal, qual é a nossa?



Com o avanço da tecnologia muita gente já tem uma câmera digital,
alguns no próprio telefone celular