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Folha Online
Íntegra do Relatório de Gilmar Mendes

Dados apresentados pela e-bit, que monitora o desenvolvimento do setor da Internet mostram que o comércio pela Internet no Brasil apenas no primeiro trimestre de 2008 (janeiro a março) faturou nada menos que R$ 1,84 bilhões.
O valor equipe a um crescimento de 49 % em relação ao mesmo período de 2007. Mesmo no início do ano, quando o foco é o pagamento de dívidas como IPVA, IPTU, matricula escolar, compra de material escolar, entre outros. O relatório da empresa que monitora o setor aponta ser este ano para será de forte crescimento.
Um dos motivos para este crescimento foi a crescente quantidade de promoções nas lojas virtuais e o parcelamento com cartão de credito.
Além disso, o estudo mostrou aumento médio de consumo de R$ 295 para R$ 319, o que equivale a um aumento de 8%. Entre os produtos mais vendidos estão livros (21%), informática (12%), saúde e beleza (9%).
No ambiente redação de um veículo de comunicação todo repórter está suscetível a cometer erros (barriga) que inclui assassinatos, derrubar aviões, enterrar pessoas, principalmente em se tratando de furos jornalísticos.Dar primeiro sempre é o objetivo em se tratando de informação, porque quem informa primeiro leva sempre o crédito da exclusividade. Na atualidade, onde a velocidade de produção jornalística é cada vez maior a dificuldade de manter padrão mínimo de apuração em compasso com a velocidade. O furo é como um combustível, principalmente em uma época em que a maioria dos meios mantém conteúdos quase sempre parecidos.
Se por um lado o furo pode levar para perigosos caminhos como dar “barriga”, por outro é positivo, desde que seguida de perfeita apuração, pois passa um perfil engajado em investigar, descortinar, encontrar respostas, revelar algo que ainda não se sabe. O furo jornalístico revela-se é emocionante em algumas circunstâncias. Mas por outro lado, um ponto negativo é a postura insana em busca de um furo que cega a milhares de jornalistas.
O que era para ser uma ação sadia torna-se uma competição desenfreada e maléfica à profissão, que também afeta a princípios básicos como a apuração, a base do jornalismo, antes de redigir.

Erro foi reproduzido em efeito dominó por outros veículos
A sede para dar primeiro (uma informação), a vontade incansável de dar o ‘furo’ (no “concorrente”) levou um jornalista de rede Globo para a rua da amargura está semana.
O motivo foi que em maio deste, esse jornalista derrubou um avião, ou seja, divulgou uma falsa notícia de que um avião da Pantanal teria se chocado contra um prédio na Zona Sul de São Paulo, o que não havia ocorrido era apenas especulação. A informação teria vindo de um rádio escuta e o jornalista sem chegar passou para frente
O pior de tudo foi a ausência de checagem, que também levou outros meios de comunicação on-line, televisões, rádios do país e até do exterior a reproduzirem a informação também como forma de compensar o suposto “furo jornalístico”.
O pior estava por vir: cinco minutos após a divulgação a informação foi corrigida, mas o estrago já tinha sido feito e já tinha repercussão até em Brasília no Congresso Nacional. A correção era de que as chamas tratavam-se de um incêndio em uma fábrica de colchões.
Fatos como estes trazem implicitamente sobre a importância e viabilidade do “furo”. Até que ponto vale um “furo”?
A agência de notícias AFP proibiu os seus jornalistas de usarem, como fontes de informação, a Wikipédia e o Facebook. A proibição começou devido ao incidente com Bilawal Bhutto em Oxford.
Apenas 20 milhões de brasileiros tem acesso à internet
Embora seja uma realidade distante da para a maioria dos brasileiros, estatísticas divulgadas em um relatório da pesquisa World Digital Media Trends mostraram esta semana no encontro anual de executivos de jornais na Suécia, o World Association of Newspaper, que a Internet teve expansão enquanto meio de comunicação em vários países e que jornais perderão posição nos próximos anos para a Internet, que será o principal meio de comunicação em 5 anos.
No Brasil apenas 20 milhões de pessoas tem acesso à Internet, o que vai de encontro com as estatísticas, já que ainda prossegue um número elevado de exclusão digital.
De acordo com o relatório, a publicidade na Internet alcançará com o uso da banda larga e da mobilidade, $150 bilhões em 2011, o que equivale a um crescimento de 12 vezes ao valor de 2002.
No encontro debateu-se também a necessidade dos meios de comunicação buscarem oportunidades na mídia digital, sem deixar de lado os veículos impressos, mas tendo cautela e se preparando para a nova realidade.
No Líbano, o serviço de Internet móvel foi lançado no final de 2006 pela Cedarcom, provedora libanesa de telecomunicações, em parceria com a japonesa Kyocera. Para jornalistas, este modem móvel, conhecido como Mobi, veio em boa hora.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) permitiu que os atletas mantenham blogs durante as próximas Olimpíadas. Os atletas requisitaram a autorização para escreverem seus diários on-line durante os Jogos, mas o COI se preocupava com a possibilidade de essa atividade infringir acordos de proteção à propriedade intelectual e informações privativas.
A cada momento surge um novo termo no mundo do jornalismo online. Se essas expressões não forem levadas tão a sério, suas utilizações podem ajudar a classificar novos campos e formas de se trabalhar. Um desses termos, que vem sendo muito utilizado por veículos de língua inglesa, é o "jornalismo semi-profissional".
O investimento publicitário em internet cresceu 36% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2007, chegando a R$ 134,3 milhões. Com isso, pela primeira vez, a internet recebeu mais recursos que a TV por assinatura no Brasil. As informações são do projeto Inter-Meios, que mede o faturamento dos veículos de comunicação.
Em meio a expansão tecnológica e à constante atualização dos acontecimentos que ganham dimensões internacionais, os meios de comunicação, sempre preocupados com a velocidade em que a notícia chegará à sociedade e, principalmente com a concorrência, têm implantado nas redações jornalísticas, a redação integrada. Um ambiente em que rádio, TV e internet dividem um mesmo espaço para produção, apuração e veiculação de conteúdos jornalísticos. No computador ou celular transmissões online são sucesso

O jornalismo de jogos eletrônicos, os games, vem ganhando certo espaço, principalmente entre jovens que ainda não são formados, mas possuem conhecimento na área dos jogos. Apesar de ser necessário cursar jornalismo em uma universidade, ter conhecimento na área é de extrema importância. Para ter uma idéia de como essas pessoas começam nessa área, o site Jornalismo de Games Futuro sempre publica uma série de entrevistas, a última, com data de 13 de abril de 2007, com Douglas Pereira, onde ele conta como começou. No final da entrevista ele diz que “o texto não pode ser unicamente informativo, mas tem que divertir o leito”.