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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

CTO for Obama, please!

Obamacto: possibilidades e estatísticas de voto nas demandas do novo secretário de Tecnologia

A partir de "uma mera sugestão" sinalizada na campanha de Barack Obama, a idéia de um CTO (chief technology officer) no governo americano avança de modo expressivo, demonstrando não só viabilidade, mas também um vigor desta mídia em transformar pistas em projetos, bem como a materialização disso em vários desdobramentos. A título de esclarecimento, CTO é aquele que comanda a infra-estrutura da área de tecnologia, diferente do CIO, usa isso estratégicamente.
A empresa Front Seat, que administra o site, oferece 10 possibilidades de voto em itens que o internauta considere fundamentais, além deste poder sugerir outros itens ao provável chief. A Front Seat, segundo o IDG News, não possui nenhum vínculo com a equipe de Obama, que disse em 2007 "que seria o primeiro presidente a nomear um CTO - ou secretário de Tecnologia – para os EUA".
Diante disso, várias especulações fizeram sinalizar nomes como Eric Schmidt, Chief Executive Officer (CEO) do Google, bem como Steve Ballmer, CEO da Microsoft.
No momento da elaboração desta postagem, o Obamacto registrava (foto) como item mais votado o relacionado à internet, cujos 8896 votos procuram valorizar a garantia ampla, acessível e neutra da rede.
sem dúvida esta notícia assume uma importância estratégica e inovadora, demandando a partir disso variados enfoques, como a contribuição dos dados do Obamacto.org para as políticas da Secretaria de Tecnologia; o status da rede, e o uso —e criação de— novas ferramentas para dimensionar a internet; os investimentos em tecnologia que parecem ter sido expressivamente afetados com a crise americana; a inserção de um profissional cujo perfil associa-se à constantes mudanças, em um universo político no qual geralmente viceja o lobby, a burocracia etc, entre outras.

Via: IDG News

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Jornalismo, democracia e tecnologia em livro free

Capa da publicação free em PdF

A pesquisadora Adriana Rodrigues capturou, via Jornalismo e Comunicação, a obra já disponível em PDF, “Democracy, Journalism and Technology: New Developments in an Enlarged Europe" , dos autores como Denis McQuail, Kaarle Nordenstreng, Peter Dahlgren e Nico Carpentier.

Apesar de ser um olhar sobre as reflexões, mudanças e emergências relacionadas ao âmbito europeu, muitos dos assuntos abordados —para não dizer todos— t ambém podem ser entendidos sob a perspectiva latino-americana, como por exemplo as contingências relacionadas à construção da identidade do jornalista, de Nico Carpentier, ou mesmo a fragmentação da retórica da mediação pública, de Jens E. Kjeldsen, entre outros.

A obra foi dividida em três partes, sendo a segunda —das pesquisas—, separada em seções como Journalism, Media, publics and active audiences, Media and becoming political, Media and space, Media ideology and culture, e Doing research.

Via: Gjol

domingo, 1 de junho de 2008

Inovações no jornalismo


Na era tecnológica em que vivemos, diversos aparelhos que antes nem conseguíamos imaginar a existência, hoje não saímos de casa sem eles. Seja um pen-drive, MP3 player, MP4, Ipod, além do celular.
A inovação no jornalismo não se resume em aparelhos eletrônicos. A inovação no jornalismo, quando ela acontece, acontece onde pode florescer a autonomia do cidadão, a formação livre de opinião e vontade, ali por onde afloram as idéias capazes de indagar sobre o que ainda não existe. Se há lugar para o pensamento, para além das grades da tecnologia, aí o jornalismo também terá lugar.
Do ponto de vista da imprensa, maquininhas não inovam necessariamente. A inovação está nas mudanças que permitem aos cidadãos atingir níveis mais altos de emancipação e de informação, mudanças que gerem inclusão social e política nos públicos ativos, dotados de iniciativa – estas, sim, podem estar associadas a progressos no jornalismo.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Estudo prevê que celulares podem matar mais do que o fumo



A tecnologia e a inovação começam a mostrar seus malefícios, em pesquisa recentemente divulgada na internet o neurocirurgião Vini Khurana diz ter analisado cerca de cem trabalhos científicos sobre o uso do celular e sua ligação com certos tipos de tumores no cérebro. O estudo faz a comparação entre as mortes causadas pelo cigarro e o uso dos aparelhos eletrônicos. O médico e professor da Faculdade Nacional de Medicina da Austrália, diz que período do impacto causado só pode ser observado depois de dez a 20 anos.
"Entre os anos de 2008 e 2012, nós teremos atingido o tempo apropriado para começar a observar definitivamente o impacto dessa tecnologia global nos índices de câncer de cérebro" diz ele.

O uso do celular neste século é inevitável , espalhados por todos os cantos do mundo, é difícil encontrar quem ainda não tenha se rendido a esta tecnologia que facilita milhares de vidas. Além disto, a modernização dos aparelhos chega a ser algo chocante. De transmissor de voz, passou a tirar fotos, depois a gravar vídeos e agora até vídeo da ligação em tempo real é possível. Com tamanho desenvolvimento , será que esta pesquisa assustará alguém ?

Se as fábricas de cigarros existem até hoje , os fabricantes de celulares é que não irão sair do mercado e muito menos pensar na saúde de seus clientes. O que pode ser feito é tentar " maquiar a situação" até que seja realmente compravado que os celulares andam matando por aí.

Mas o que realmente é de se assustar é o aumento significativo do uso dos celulares entre as crianças e adolescentes, o aparelho que deveria ser usado como comunicador se transformou em brinquedo e agora quem sabe em 'assassino'.

Não só os australianos têm se preocupado com o uso dos celulares, em janeiro deste ano o governo francês também pediu para que o uso do equipamento fosse minimizado o máximo possível. E o alerta principal foi para as crianças que por possuirem organismos em desenvolvimento são mais sensíveis ao impacto dos eletrônicos.
E agora, será que devemos apenas usar a internet?