
O dito popular "Conto o milagre, mas não conto o santo", pode não se encaixar mais as formas de um novo jornalismo, o jornalismo open source.
O Jornalismo "aberto", como define Ana Maria Brambilla é a tentativa de caracterizar a produção e publicação de notícias de modo colaborativo, colocando o termo "jornalismo" à uma prática aberta a qualquer pessoa, provocando "alergia aos defensores mais fervorosos da legitimidade do profissional de imprensa".
Apresentado por Rafael Evangelista no Fórum Internacional Softaware Livre (FISL) e discutido em matéria no Observatório da Imprensa , a proposta do Jornalismo Open Source é que todas as fontes usadas para redigir uma reportagem estejam abertas, disponíveis, permitindo novas matérias a partir das fontes já conhecidas, ou seja, qualquer pessoa pode escrever diversos textos a partir de um material coletado por um repórter. Vídeos, imagens, áudios, e fontes serão reveladas de uma forma em que será exatamente possível provar que tal matéria é verdadeira, porém, também será possível criar várias versões para a mesma.
Rafael Evangelista mostra seu texto, apresentado também no II Congresso Online - Observatório para Cibersociedade no Dicas - L e conta como foi utilizado o termo jornalismo open source pela primeira vez. O texto, em parceria com Tiago Soares, mostra propostas, dificuldades e desafios dessa nova tendência, certamente polêmica.
Não só jornalistas, mas também jornais, revistas e sites seriam "descobertos" e técnicas de apuração seriam quebradas, causando um certo desconforto para esses meios de comunicação, que devido a grande concorrência pela informação, preservam suas fontes e seu material coletado.
Para comprovar que o jornalismo open source é uma forma cada vez mais presente na mídia de hoje, o maior jornal do País, a Folha de S.Paulo, abriu inscrição para o programa de treinamento 2008 com uma novidade: qualquer estudante, de qualquer área pode se inscrever, não sendo necessariamente estudantes de jornalismo. Pessoas da área de humanas, biológicas ou exatas estão aptas a viver o dia-a-dia de uma redação, aprendendo técnicas e tendo a oportunidade talvez de ser contratado por ela.
A nova edição do programa de treinamento da Folha pode causar um certo desconforto, principalmente a estudantes de jornalismo, porém comprova que com apenas técnicas de redação, é possível trabalhar em um grande jornal, publicando artigos e matérias, possibilitando a "abertura do jornalismo".
O Jornalismo "aberto", como define Ana Maria Brambilla é a tentativa de caracterizar a produção e publicação de notícias de modo colaborativo, colocando o termo "jornalismo" à uma prática aberta a qualquer pessoa, provocando "alergia aos defensores mais fervorosos da legitimidade do profissional de imprensa".
Apresentado por Rafael Evangelista no Fórum Internacional Softaware Livre (FISL) e discutido em matéria no Observatório da Imprensa , a proposta do Jornalismo Open Source é que todas as fontes usadas para redigir uma reportagem estejam abertas, disponíveis, permitindo novas matérias a partir das fontes já conhecidas, ou seja, qualquer pessoa pode escrever diversos textos a partir de um material coletado por um repórter. Vídeos, imagens, áudios, e fontes serão reveladas de uma forma em que será exatamente possível provar que tal matéria é verdadeira, porém, também será possível criar várias versões para a mesma.
Rafael Evangelista mostra seu texto, apresentado também no II Congresso Online - Observatório para Cibersociedade no Dicas - L e conta como foi utilizado o termo jornalismo open source pela primeira vez. O texto, em parceria com Tiago Soares, mostra propostas, dificuldades e desafios dessa nova tendência, certamente polêmica.
Não só jornalistas, mas também jornais, revistas e sites seriam "descobertos" e técnicas de apuração seriam quebradas, causando um certo desconforto para esses meios de comunicação, que devido a grande concorrência pela informação, preservam suas fontes e seu material coletado.
Para comprovar que o jornalismo open source é uma forma cada vez mais presente na mídia de hoje, o maior jornal do País, a Folha de S.Paulo, abriu inscrição para o programa de treinamento 2008 com uma novidade: qualquer estudante, de qualquer área pode se inscrever, não sendo necessariamente estudantes de jornalismo. Pessoas da área de humanas, biológicas ou exatas estão aptas a viver o dia-a-dia de uma redação, aprendendo técnicas e tendo a oportunidade talvez de ser contratado por ela.
A nova edição do programa de treinamento da Folha pode causar um certo desconforto, principalmente a estudantes de jornalismo, porém comprova que com apenas técnicas de redação, é possível trabalhar em um grande jornal, publicando artigos e matérias, possibilitando a "abertura do jornalismo".



