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segunda-feira, 23 de junho de 2008

TV tridimensional pode virar mania


O sonho pode se tornar realidade






Está em teste uma nova televisão e com nova programação, a TV tridimensional. Criada originalmente nos Estados Unidos a TV tridimensional possibilita que o telespectador assistir a alguns programas numa espécie de “realidade virtual”.
Implantada no Japão essa tecnologia envia imagens diferentes para cada olho. Além de um aparelho de televisão com a tecnologia própria o telespectador tem que utilizar um óculos 3D que vem junto com o televisor.
Uma das primeiras televisões vendidas é da marca Hyundai que inclui a tecnologia estereoscópica responsável pelo envio de sinais aos olhos. Esta tecnologia é denominada TriDef e foi desenvolvida pela empresa norte-americana DDD Group
No único pais em que existe a transmissão de programas tridimensionais, o Japão, pretende implantar de maneira mais abrangente esta tecnologia até 2020 e incluir cheiros e talvez cumprimentar o seu jogador preferido.
Outros fabricantes também estão de olho nesse novo mercado. A Sansung, por exemplo, já vende televisores com essa tecnologia nos Estados Unidos mesmo não havendo transmissões de programas com a tecnologia 3D, isso segundo a AP. O valor dessas TVs podem ser até 25% maior do que a TV de LCD convencional.
Com a elaboração dessa nova TV também surgem tecnologias que influenciam a computação. A criação de materiais cristalinos podem ajudar a aumentar a velocidade dos computadores e dar mais formas aos objetos.
Essa nova tecnologia pode tornar realidade as ficções cientificas vistas nos filmes. Quem sabe quanto tempo mais vai demorar para metade dessa tecnologia se tornar móvel. Poderemos assistir a documentários sobre a natureza e sentir o cheiro da selva ou mesmo estar mais próximo do sofá da Hebe Camargo.
Inovações tecnológicas desse nível tornariam mais próximas da realidade as criações de
Steven Spielberg. Cada vez mais o mundo real se inspira na realidade virtual para criar novas tendências, objetivos tecnológicos e desafios as ciências da comunicação.
Essa tecnologia da TV tridimensional pode ser a saída para a preservação da história natural do nosso planeta que está se perdendo a cada dia mais.

domingo, 8 de junho de 2008

Aluguel de filmes via internet já é possível no Japão

Lançamento foi feito na última semana no Japão

A evolução das chamadas tevês online é tanta que agora, além de programações convencionais, elas poderão trabalhar com aluguel de filmes. O ponta pé inicial será dado pela rede televisiva na web acTVila, do Japão.

O serviço irá oferecer filmes de quatro grandes estúdios de Hollywood: Warner, Paramount, Walt Disney e Universal. Segundo a agência AFP, Sony Pictures e Fox já participam dos serviços oferecidos pela rede.

Atualmente, acTVila é operada por cinco companhias japonesas de eletrônicos - Sony, Matsushita, Sharp, Toshiba e Hitachi.

Até onde vai a liberdade de imprensa?


SILÊNCIO: A imprensa pode ser refém de sua própria arma

Muito se discute sobre a liberdade de imprensa no país, mas parece que o assunto fica sempre no ar. No último dia 15, o repórter Edson Ferraz, da tevê Diário, afiliada da Rede Globo em Mogi das Cruzes, foi alvo de um ataque a tiros enquanto dirigia um carro da emissora no bairro do Rodeio em Mogi das Cruzes.

Um carro escuro disparou dois tiros em direção ao veiculo. O repórter, que nos últimos meses trabalhava em reportagens investigativas sobre vários casos policiais na região, não se feriu.

A Globo repudiou o atentado, assim como a Ordem dos Advogados do Brasil. Diante dos fatos, fica a pergunta: Até que ponto vai a liberdade de imprensa? Será que as reportagens veiculadas na mídia são, de fato, um relato fiel da realidade? Ou são apenas matérias condensadas que carregam milhares de mensagens ocultas?

A divulgação e denúncia dos fatos esbarram nos limites da sociedade corrupta. A busca pela verdade termina, muitas vezes, onde começam as represálias. Seria a imprensa, então, refém de sua própria arma (a liberdade de expressão)?

2016 é a meta

DIGITAL: Sem sucesso no país, a moda só deve pegar com o fim do sinal analógico

Seis meses depois de ter sido lançada no Brasil, a TV digital ainda não atingiu o patamar que se esperava. Assistida por quase ninguém, as transmissões permanecem limitadas.

O plano, no entanto, é que a era digital nas televisões se estabeleça por completo até 2016, quando em tese todos os brasileiros já estarão munidos de receptores ou conversores para receber a programação digital. Para esse mesmo ano, está sendo preparado o fim da tv analógica.
Em entrevista a uma reportagem especial do caderno de informática da Folha Online, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, avaliou a mudança prevista.


"O plano existe. Se amanhã chegarmos à conclusão de que a grande maioria da população brasileira ainda não recebe a TV digital, claro que a gente pode adiar o desligamento do sinal analógico. O Presidente da República tem autoridade para fazer isso, ele pode estender o projeto", disse Costa à reportagem.

sábado, 12 de abril de 2008

Extinção da TV por assinatura?


Hoje é possível encontrar diversos programas de TV disponíveis na rede mundial. Há sites que oferecem vários canais interligando diferentes programas e até em outros idiomas.

Quem possui banda larga pode visualizar facilmente estes programas, mas para quem depende de poucos megas ou então de internet discada, não é possível usufruir do benefício com a mesma qualidade.

Com o avanço da internet e o acesso cada vez mais rápido as informações, outros meios de comunicação deverão se adequar, pois correm um sério risco de perderem seus clientes.

Os computadores possuem recursos de multimidia tão avançados que algumas pessoas não mais prcisarão comprar separadamente TV ou Rádio, pois os novos equipamentos já trazem todos eles.

Com a disponibilidade das TVs e Rádios na web, não será o fim da TV por assinatura? Se não houver a extinção a concorrência vai ficar cada vez mais acirrada e quem ganha com isso é obviamente, o consumidor.

domingo, 16 de março de 2008

Alternativa da Comunicação



Como alternativa para compensar a perda da publicidade, divulgação e capital com a implantação da Lei Cidade Limpa em São Paulo, agências especializadas em propaganda teêm investido fortemente em um meio de comunicação abrangente, em termos de público. É o caso das mídias digitais internas, instaladas nas empresas com programação de interesses do setor e os televisores instalados nos coletivos da cidade que durante trajeto, o usuário acompanha uma programação composta por temas como gastronomia, agenda cultural, cinema, música, utilidade pública, etc., a duração é de uma hora e meia, sendo repetida constantemente.

Este setor arrecadou no ano passado 0,5% da verba publicitária, aproximadamente R$ 30 milhões. Esse ano, o objetivo é atingir um crescimento de 140% sob os resultados de 2007, conforme entrevista com o publicitário Fábio Freitas ao jornal Gazeta Mercantil. Por mês, são gastos de R$ 300 a R$ 400 mil na produção de conteúdo. A empresa Bus TV, que atua na transporte da capital paulista, conta com 250 equipamentos instalados em veículos e em 2009 pretende expandir-se para o interior do estado.

Como meio de comunicação que objetiva atingir públicos de classes B, C e D, que são os que utilizam os transportes coletivos, essa é uma forma que investidores - empresas encontraram de driblar a série de restrições à propaganda - que se realmente fosse aplicada, não haveria incitação à sexualidade, uso de drogas e roubos, mascarados sob o aspecto de que é errado fazer, durante as novelas das 17h30, 18h, e por aí vai, das emissoras de televisão. Contudo, esta comunicação alternativa é um recurso valioso se observado sob o prisma de que, ao primeiro contato, é uma tv em formato diferente do habital, sem falar do retorno financeiro vindo dos anúncios. Entretanto, o que se vê durante uma viagem de ônibus, é uma extensão da tendência à atrofiar o cérebro humano com o objetivo de fazer com que as pessoas permaneçam no estado de estagnação mental e motora frente a imposição do consumo freqüente e inúmeras vezes fútil.