segunda-feira, 28 de abril de 2008

Manual gratuito de jormalismo 2.0


Diante das novas exigências do mercado, em que é cobrado dos jornalistas o conhecimento das ferramentas da web 2.0, o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas (Austin), desenvolveu o livro "Jornalismo 2.0, Como Sobreviver e Prosperar" (Journalism 2.0: How to Survive and Thrive), assinado pelo jornalista norte-americano Mark Briggs (editor online do jornal The News Tribune, de Tacoma, Washington). Originalmente escrito em inglês, a obra ganhou edições eletrônicas em português e espanhol, que podem ser baixadas gratuitamente no site do centro.


"Jornalismo 2.0, Como Sobreviver e Prosperar" pretende ser um manual prático que proporcione aos leitores condições para que ele ingresse no universo do jornalismo digital. O livro explica as características da web, detalha alguns conceitos básicos como o da
web 2.0, mostra o funcionamento de novos equipamentos eletrônicos (como os iPods, Pen Drives, MP3, telefones celulares e jogos online), destacando sua aplicação no exercício do jornalismo.

Briggs aborda ainda uma série de temas relacionados aos novos métodos de produção de reportagens na Internet, como, por exemplo, técnicas de gravação e edição de áudio digital e podcasts, de captura e edição de imagens digitais (fotografia e vídeo), bem como de produção e narração de roteiros de notícias online.

Em síntese, o manual fornece informações básicas de que
os jornalistas da era digital necessitam para garantir seu espaço no mercado de trabalho.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Lembranças do passado


Um dos deveres do jornalista, segundo o Código de Ética que rege a profissão, é a oposição ao arbítrio, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Interessante é notar que mais uma vez a mídia se precipita e cria um espetáculo no "Caso Isabella". Com direito a reconstituição do crime e algo mais, o programa da Rede TV, Super POP, apresentado por Luciana Gimenez reconstituiu o crime com uma maquete do prédio onde a menina foi jogada. Tinha até uma bonequinha esticada no chão... As informações eram precisas. Segundo o jornalista Marcelo Resende, convidado especial do programa para recapitular o caso, a menina foi atirada às 23:23h. A música de fundo era tenebrosa e a cara da apresentadora ainda mais. É uma história comovente, traz naturalmente indignação e mexe com o emocional das pessoas.

A tendência pelo pré-julgamento e a exploração da imagem do alvo da notícia parece que não foi esquecida e faz lembrar o caso Escola Base onde os donos da escola tiveram a honra e imagem manchada pela mídia que, ao final da história, eram inocentes. No caso Isabella, todas as hipóteses até agora consideradas realmente caem sobre o pai e madrasta da menina. Até porque, eles eram os responsáveis pela mesma quando aconteceu a tragédia. Mas, isso não leva a mídia a ultrapassar o Judiciário e condená-los sem julgamento e provas. No Brasil, o princípio da presunção da inocência é preceito constitucional: ninguém será considerado culpado até que transite em julgado a sentença que o tenha condenado.

Como diz Felipe Pena, "No jornalismo, não há fibrose. O tecido atingido pela calúnia não se regenera. As feridas abertas pela difamação não cicatrizam. A retratação nunca tem o mesmo espaço das acusações. E mesmo que tivesse, a credibilidade do injustiçado não será restituída, pois a mentira fica marcada no imaginário popular".

É válido notar que a mídia tem o poder de ultrapassar a naturalidade comum de indignação em casos como esses e fabricar a emotividade, seja recapitulando o assunto várias vezes, seja mostrando fotos da menina em todo tempo. O que uma foto da pequena Isabella trará de informação que solucionará o caso? Há de se notar a atitude de veículos jornalísticos como a Folha de S. Paulo que tem evitado o pré-julgamento e veiculado outras vertentes como o de crianças que estão acompanhando o caso e sendo confundidas e amedrontadas pelas informações que vêem e ouvem na TV. Por que explorar a imagem da menina? Só aumenta a revolta do povo que faz plantão em frente à delegacia por longas horas. O jornalismo mais sério precisa sim, atender a necessidade do público, mas também liderar essa necessidade de forma equilibrada transmitindo não somente o que o público gostaria de ver.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Vamos compartilhar???


Entre os muitos recursos que a internet nos oferece estão os sites que possibilitam compartilhar documentos com outras pessoas, que possuem interesses comuns ou não com os nossos. Esse espaço faz com que informações e idéias sejam trocadas, e também comentários e sugestões sobre determinados assuntos.
É possível encontrar o recurso de compartilhamento de documentos dentro do próprio e-mail que a pessoa possuir, como por exemplo, o Gmail, que oferece o Google Docs, uma possibilidade de enviar material para quem quiser, de maneira ampla.

Larissa Almeida

Blog: A mania da vez


O blog virou mania, uma febre para os internautas de plantão. Geralmente é usado como diário por pessoas "comuns" e "famosas", e também por profissionais de comunicação.
A forma simples e fácil de criar um blog fez com que muitas pessoas entrassem na "onda" de fazer um blog, principalmente porque não há necessidade de saber como são construídas páginas na internet, ou seja, não precisa de conhecimento técnico especializado.
Essa mania um tanto interressante despertou uma vontade, mesmo que imperceptível, das pessoas passarem informações, se tornando um pouco jornalistas.

DEFINIÇÃO Blog é uma abreviação de weblog, qualquer registro frequente de informações pode ser considerado um blog (últimas notícias de um jornal online por exemplo).

Larissa Almeida

Jornalista na era digital


O jornalista que deseja ingressar na era digital precisa se adequar. Hoje são inúmeras as especializações para o seguimento.
Antigamente o repórter dispunha de muito poucas ferramentas para entrevistar, escrever e redigir textos. Sem contar a demora para se obter uma foto e ainda correr o o risco de perdê-la. Com a era digital tudo mudou, mas ainda é difícil acompanhar tantos avanços.

O profissional de web (jornalista) além de repórter é também editor e design gráfico. A velocidade das informações e a utilização de ferramentas que facilitam o trabalho cresce a cada dia.

Na faculdade, o estudante de jornalismo conhece algumas ferramentas e têm uma prévia de como é o cenário do jornalista da web. Mas não aprende tudo que precisa para acompanhar o mercado.

Para quem é dinâmico e aprecia a velocidade de textos diretos, curtos, porém com um conteúdo rico em informações, a dica é terminar a graduação já com desejo de procurar cursos nas áreas de design, jornalismo digital, entre outros.
Além disso, alguns sites estão dando oportunidades para treinee, onde o profissional recebe treinamento especializado para atuar na era digital.