Os avatares é a representação gráfica de um utilizador em realidade virtual, pode váriar desde um sofisticado modelo 3D até uma simples imagem.
Essa imagem pode auxiliar o jornalismo, principalmente para o jornalismo de entretenimento para ilustrar um ator, cantor, e outros.
Com aproximadamente de 100 px de altura 100 px de largura, não ocupam espaço demasiado.
Avatares são uma das coisas que vem inovando o jornalismo e deixa a matéria mais atraente para o leitor. Como os mundos virtuais crescem internacionalmente, os avatares será comum quanto o telefone e no jornalismo isto será cada vez mais comum.
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domingo, 8 de junho de 2008
Entretenimento jornalistico com avatares
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Quatro razões para pensar que Blog é gênero jornalístico

Os blogs têm ganhado tamanha repercussão. Muito se discute sobre a existência desta ferramenta pelo fato de ser capaz de veicular informações e interagir com os internautas de modo dinâmico. A presença dos profissionais de comunicação cada vez mais se intensifica neste meio. Confira abaixo quatro razões para pensar que Blog é um gênero jornalístico.
1- O blog produz uma nova narrativa jornalística. Ele está mais próximo do "jornalismo de nota" e do de coluna do que do jornalismo investigativo (pauta-rua-redação). Seu foco é opinar e fornecer referências (links) sobre um determinado tema. Contudo, há um conjunto enorme de blogs que são testemunhas oculares da história, como os de jornalistas que cobrem guerras. Logo, tem muita produção blogueira que obedece o esquema pauta-rua-redação.
2. "News" é algo freqüente em blogs. Só que elas não têm lead, sublead e fechamento. Aliás, o modelo do lead é, no mínimo, descartado (para não falar eliminado). E talvez por isto muitos não vêem o blogueiro como um jornalista. O padrão do blog é a tradição do microconteúdo, que não significa texto pequeno, já que, se ele tiver muitos links, fica grandioso.
3. Os blogueiros jornalistas não fazem ctrl C + crtl V. Muitos jornalistas - que não querem blogar acusam os blogs de ter muitas cópias. Contudo, se analisarmos as editorias de internacional ou esporte, vamos verificar que é tudo colagem de matérias que são produzidas pelo próprio veículo.
4. O jornalista produz credibilidade sem a necessidade da marca da empresa. O blog é do Noblat e não do Estadão. Estamos presenciando uma autonomia jornalística.
1- O blog produz uma nova narrativa jornalística. Ele está mais próximo do "jornalismo de nota" e do de coluna do que do jornalismo investigativo (pauta-rua-redação). Seu foco é opinar e fornecer referências (links) sobre um determinado tema. Contudo, há um conjunto enorme de blogs que são testemunhas oculares da história, como os de jornalistas que cobrem guerras. Logo, tem muita produção blogueira que obedece o esquema pauta-rua-redação.
2. "News" é algo freqüente em blogs. Só que elas não têm lead, sublead e fechamento. Aliás, o modelo do lead é, no mínimo, descartado (para não falar eliminado). E talvez por isto muitos não vêem o blogueiro como um jornalista. O padrão do blog é a tradição do microconteúdo, que não significa texto pequeno, já que, se ele tiver muitos links, fica grandioso.
3. Os blogueiros jornalistas não fazem ctrl C + crtl V. Muitos jornalistas - que não querem blogar acusam os blogs de ter muitas cópias. Contudo, se analisarmos as editorias de internacional ou esporte, vamos verificar que é tudo colagem de matérias que são produzidas pelo próprio veículo.
4. O jornalista produz credibilidade sem a necessidade da marca da empresa. O blog é do Noblat e não do Estadão. Estamos presenciando uma autonomia jornalística.
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